Blog destinado aos amantes da fantasia onde suas namoradas,esposas,noivas se exibem e fodem com outros homens. Comedores e eposas safadas que curtem colocar CHIFRES em seus maridos tb são bem vindos

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Minha esposa e filha não resistiram ao negão na praia de nudismo

 

Minha esposa e filha não resistiram ao negão na praia de nudismo

 por Paulo Souza



Meu chamo Paulo, tenho 40 anos e sou corno assumido faz 5 anos, minha mulher se chama Roberta tem 36 anos uma mulher de negócios e muito atraente, nós temos uma filha de 21 anos chamada Flávia, está fazendo faculdade de medicina, e ela sabe da nossa vida de cuckold e hotwife desde os 19 anos, nunca se importou e diz que somos livres pra fazer oque gostamos, ela até se dá muito bem com alguns machos fixos da minha mulher.
Certo dia quando estávamos já todos de férias, decidimos ir a uma praia de nudismo próxima, como já havíamos ido antes os três juntos, fomos num horário ideal no qual tem pouca gente. Minha esposa e eu ficamos nus, mas nossa filha fica de biquíni sempre. Claro que lá já rolava altas aventuras por lá, havia um local afastado onde as pessoas se reuniam para transar, minha mulher já reuniu 6 homens lá de uma só vez, era um dos nossos lugares favoritos.

Nós estávamos sentados na areia, minha mulher e eu, enquanto nossa filha dava um mergulho, eis que então surge um homem negro com cerca de 50 a 60 anos, grisalho e com um pau enorme balançando, minha mulher ficou de boca aberta, pôs, já tinha se relacionado com muitos homens negros, mas nenhum deles era tão volumoso quanto aquele senhor. Ela logo o chamou de longe.
-Ei, moço!!- ele veio até nós.

– Sabe se atrás daquelas pedras tem gente?- ela perguntou.

Ele respondeu que não, então nós apresentamos.
-Me chamo Roberta, esse é meu marido Paulo e aquela lá na água é nossa filha Flávia.

-Me chamo Airton, ele disse.


-Seu Airton, eu tava lhe observando daqui, o senhor é um homem muito bonito. -Disse ela na minha frente.
Eu propôs a ela fazer boquete rápido nele, já que ninguém ali tinha camisinha. Ele relutou um pouco mas aceitou, fomos pro local reservado atrás das pedras, mas sem antes de eu ir avisar nossa filha aonde iríamos.

Ela ajoelhou e chupou aquele pau preto, como se fosse uma linguiça assada e cheia de molho de churrasco. Eu assistindo com a mão no pau batendo punheta. Depois de um tempo nossa filha apareceu lá e viu a cena, ela também ficou impressionada com Airton, ficou hipnotizada com aquele pau, ficou ao meu lado olhando, vi como ela olhava, e perguntei: -num quer ir lá também?- no qual ela respondeu positivamente.

Então eu falei:

-Vida, a Flávia quer participar.

-Pode vim filha, tira o biquíni deixa com seu pai. Disse Roberta, claramente amando o que tava acontecendo.

-Iae seu Airton, topa com as duas? Perguntei eu. – Claro patrão completou

Flávia ficou pelada e foi até eles, Airton a cumprimentou como bom cavalheiro, e começaram a se beijar de língua enquanto Roberta ainda ajoelhada dava prazer ao seu membro. Depois do longo beijo, minha filha também ajoelhou e tratou de dar prazer a Airton com sua boca.


Eu estava louco de tesão, meu pau já dolorido de tanto me masturbar, já tinha gozado uma vez, mas quando Flávia entrou na brincadeira comecei a outra.

Então eu disse: – Come elas!!, Pode comer elas Airton, sem problema. As duas prontamente concordaram. Sem camisinha, ele pegou minha mulher por trás, enquanto minha filha atrás dele lhe chupava e beijava os ombros. Logo elas se inverteram as posições, eu então segurei as duas no colo uma de cada vez para ele as comer a atrás.

Então foram pro chão, fez 69 com as duas, depois botou elas pra cavalgarem nele, e as pegou por cima também.




Veio o momento final, elas se ajoelharam uma última vez, para receber o leite puro, daquele negão, eu me ajoelhei ao lado delas, minha mulher começou a me masturbar também. Ele gozou no rosto delas, berrando como se fosse um búfalo, elas começaram a brincar com o semen, pegaram um pouco do meu e compartilharam uma na boca da outra, e ia aumentando pôs se misturava a saliva.

Depois todos fomos pra água, tomar um merecido banho, elas se apaixonaram por Airton, na hora de ir embora, peguei o número dele e salvei. Só fui contar pra elas dias depois, então algumas vezes passaram a sair juntos, as vezes só com minha mulher e as vezes com as duas, mas nunca só com minha filha.

FIM…


 

A PRIMIEIRA TRAIÇÃO: MEU ALUNO DE REFORÇO DOTADO

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domingo, 13 de setembro de 2026

Gostoso ser...

 

Gostoso ser...

 


Ser corno é você ter o prazer em compartilhar, em participar. Ser corno é conviver! Corno, todos nós somos, nascemos cornos, basta ter “assumição”. Porque ninguém é dono de ninguém, na realidade, isso é bíblico, Deus fez Adão e Eva e disse crescei-vos e multiplicai-vos e não falou que era com o marido, fulano de tal, tá entendendo? então, em outras palavras ele pôs o homem no mundo e a mulher no mundo e falou tá lá! Tá entendendo?

 

 


Bom, a partir do momento que você sabe que você é corno, você tem uma outra noção de vida, você começa a entender melhor a sua companheira, as necessidades da sua companheira, entendeu? Ela vai te mostrar novos horizontes no seu relacionamento, novas posições sexuais, ela vai te mostrar muitas coisas, que você, no entanto, não sabia que ela queria. É uma forma de ela expressar para você o seu sentimento já que você não tem um diálogo com ela. Você é corno por isso, você não tem um diálogo…


Cada lugar, cada estado, cada região, tem um tipo de corno já adequado aquele ambiente e os Ricardões também são adequados aquele ambiente. Tem um fato que ocorreu com um vizinho meu, que eu não posso dizer o nome, mas ele sabe que foi com ele, que em dado momento o motorista do marido da mulher enconstou com o caminhão na porta de casa, o cara saiu e a mulher ouviu e, aqui na nossa região é muito difícil porque as vilas são feitas sem fundo, sem saída de emergência, no caso, para os cornos.


 Toda casa tem que ter saída de emergência. Isso o marido tem que fazer pensando no… Para ele não se constranger e nem constranger o elemento. Então, aconteceu que não tinha como o cara fugir ou ele tinha que passar, subir, escalar a parede e passar por cima da casa e cair no outro terreno vizinho ou ele tinha que encarar o cara no braço.



E, aqui, o pessoal gosta de colocar ar-condicionado muito embaixo, acaba fazendo um degrau de ar-condicionado e o Ricardão pulou no ar condicionado, tuf, tuf, tuf, com a calça, com tudo na mão e do lado da parede da minha casa, passou por cima da minha casa. Do lado da parede da minha casa, tinha um pé de mamão, aqueles mamão macho, cresce alto, ele juntou no pé de mamão, mas o pé não resistiu e caiu, o pé de mamão caiu, aí eu só vi as costas do Ricardão correndo pelado no terreno do vizinho, cachorro, aquele “pizero”, então eu acho que nós, na nossa região, temos que pensar nos Ricardões, temos que ter “assumição” da cornice até no construir a casa porque é constrangedor para o cara sair pelado de dentro de casa, é constrangedor, o que é que os vizinhos vão pensar?


A mulher se sente só, existe mulher que se sente só, mesmo estando do seu lado e você não está atingindo aquilo que você está precisando e ela vai procurar em outra pessoa, automaticamente que acha, daí a necessidade de você saber receber o chifre e conversar com ela, saber porque que ela fez isso, o que tá faltando você fazer para que ela… Ela vai pensar assim : “Poxa, eu fiz com esse cara que eu não amo e é tão gostoso, eu vou tentar fazer com meu marido…”, chega e “meu marido, eu fiz assim, assim, assim e tava uma delícia com ele, que eu não amo e tava gostoso, imagina se eu fizer contigo”. Entendeu? Essa é a concepção geral de um corno.


Eu tenho um amigo que morria de medo de ser corno, ele se trancava, não queria saber desse assunto, Deus me livre se falasse que ele era corno, ele era capaz de sair na porrada com o cara, tinha uma mulher muito bonita, boazuda, “piqueira” e ele sofreu um problema de úlcera e teve de ser internado, ele prendia a mulher dele o tempo todo. Quando ele foi internado, no primeiro dia, a mulher virou o bicho, botou uma perna na esquina e a outra na outra. 


Deu para todo mundo! Entendeu? Os cinco dias que ele ficou no hospital, ela ficou na rua. Resultado: ela engravidou, porque ela não tinha o discernimento, ela não tinha preparo para transar fora. Entendeu? Então ela engravidou, hoje ele é pai do filho de um amigo dele, entendeu? Resultado de um medo de ser corno. Por isso que a gente não deve nunca ter medo de ser corno, meu amigo armou a própria arapuca.


Eu acho importante, é, uma união dos cornos, um diálogo entre nós, vamos bater um papo, vamos conversar, tipo uma terapia de grupo. Por quê? Porque um pode ajudar o outro, existe um corno mais estável, um corno que sabe receber um chifre com dignidade, que sabe compartilhar um chifre com um amigo, você entendeu?


 A frustração de um corno é não poder falar de um chifre, é aquele cara retraído, cabeça baixa, porque o corno, quando é um corno assumido, o pessoal até brinca falando de corno manso, ele não é cabisbaixo, ele é cabeça alta, “Pô, e daí? Ninguém tem nada a ver com isso! Então eu acho que nós temos que nos unirmos, fazer de vez em quando uma festinha e bater um papo, conversar, até opção para a própria mulher. Ser corno é até um gozo, para um homem, para a mulher. É até gostoso ser corno!



 

 

 

CONSIDERANDO O CORNO

 CONSIDERANDO O CORNO

Beto Muniz



 

Existem inúmeras anedotas sobre o corno, mas em nenhuma delas o autor considerou que o corno é, antes de tudo, uma instituição a ser preservada e respeitada. Por esses equívocos eu quero, do alto de minha isenção, defender tão mansa figura.

 


 

Sim, mansa figura! O corno autêntico é manso e suave. O indivíduo que se descobre representante dessa categoria e parte para agressão, separação e até assassinato, deixa imediatamente de pertencer a ela. Isso porque se o sujeito toma atitude contrária a manutenção de sua condição, ele passa automaticamente para a categoria de traído; marido traído, noivo traído, etc. Mais um dos tantos equívocos cometidos pelos comborços é acreditar que a coisa toda funciona nos termos do entendimento judiciário, ou seja, "o desconhecimento da lei não isenta o indivíduo de sujeitar-se a ela".


 Ora, o homem que desconhece pertencer a categoria dos cornos, não é. Ele é um inocente. O verdadeiro corno sabe! Sabe e se mantém numa fingida ignorância e quando alguém tenta alertá-lo ele disfarça como se o assunto não fosse com ele. Aliás, não se deve alertar um inocente. Corno se descobre corno por acaso e por conta própria. Essa é uma regra que a grande maioria dos caluniadores de cornos desconhece. Já os cornos conhecem bem todos seus direitos, deveres e características básicas. O que estraga a felicidade da categoria é o sujeito comborço. Esse indivíduo desconhece todas as regras que ditam a boa convivência e acha que pode zombar o corno simplesmente por este pertencer a tão nobre espécie. Nobre Sim! Nobre pela singeleza da generosidade, o corno divide sua mulher e ainda se sujeita humildemente ao escárnio. Uma mansidão bíblica! Porém, não convém apregoar os acessórios do corno estando ele presente, pois ao ser publicamente apontado o corno pode se tornar feroz - lembrando que ferocidade é diferente de agressividade.

 

 


Voltando a defesa. O corno ser motivo de chacota é uma distorção da verdadeira funcionalidade da instituição, no entanto, é preciso admitir que o corno tem grande parcela de culpa na ocorrência dessa inversão: O corno não se defende e não defende seu semelhante; o corno não se orgulha por sua mulher ser desejada e amada por outro homem; o corno não exalta seu bom gosto e faro por mulheres vigorosas; e principalmente, os cornos não são unidos em torno da causa. Aliás, é muito mais fácil encontrar um corno entre outros comborços escarnecendo de um seu igual, que se solidarizando e defendendo aquele que está sendo ridicularizado.


 Já o maior dos equívocos cometido pelo comborço é que ele, literalmente, cospe no prato em que come. Esquece que o corno é seu parceiro e como tal deveria ser tratado com respeito e consideração. Fosse mais inteligente o comborço poderia concluir que o corno somente é corno porque tem uma mulher interessante.


 Mais! A mulher do corno deve ter por ele a mesma e dedicada atenção que dispensa ao comborço, então deveria ser fácil entender essa lógica e compreender que protegendo o corno e, esporadicamente, enaltecer suas inúmeras qualidades aumentaria as chances de permanecer mais tempo como insuspeito comborço. É muito mais fácil administrar a situação sendo comborço de um amigo. Não que seja imprescindível ser amigo do corno! Ao contrário, comborço de inimigo é mais prazeiroso.

 


 

Admito a existência de fatores a serem considerados na defesa da chacota ao corno, o maior deles é que todo corno é corno por prazer. O corno que diz se manter no triângulo societário apenas por amor à mulher, mente. Na verdade o corno se julga incapaz de conquistar uma outra fonte de prazer tão generosa e abundante quanto à fonte atual (aqui, eu considero que a mulher que faz do corno um corno, assim o faz por ser uma fonte inesgotável de prazer) e, sentindo-se incapaz de explorar totalmente essa fonte, abre espaço para a exploração, em parceria com o comborço.


 "Melhor dividir o prazer que perdê-lo" - o corno deve pensar. Mas o comborço também é um covarde! O comborço só se mantém no cargo por medo de assumir compromisso com a mulher que o encanta. Teme inversão de papel; assumir relacionamento e futuramente se ver obrigado a dividir sua abundância. A conclusão deveria ser clara e o comborço - que preza sua condição - não deveria menosprezar nem ridicularizar o corno, seu parceiro no usufruto de prazeres.

 


 

Comborço esperto não alardeia sua condição, fica na miúda, só obtendo prazer. Todos envolvidos deveriam ficar na miúda! É extremamente raro os três interessados nesta sociedade se permitirem alguma divulgação. E quando um trio, em comum acordo, permite alarde da sociedade estabelecida, acontece a sublimação do corno. 


Uma tragédia! Pois apesar de serem mutuamente necessários, tradicionalmente, o corno e seu comborço não devem se bicar. No máximo é permitido conviverem no mesmo circulo social. Convivência é sempre por mérito do corno, o lúcido, que adota medidas de segurança. Se deixasse por conta do comborço, o Insensato, todas as parcerias seriam desfeitas de imediato. É o corno quem liga pra casa, avisando que vai chegar mais cedo. 


É o corno quem bate o portão, quem chega limpando os pés com estardalhaço, quem se atrapalha com a chave da porta, quem faz festa com o cãozinho antes de entrar em casa... O corno nunca tem cachorro grande, daqueles que mordem, pois em preservação do comborço só se permite a posse de cãozinho que late. Chyu-aua pra baixo. 


O corno não gosta de morar em apartamento e, se mora, prefere o térreo. Se bem que, após a popularização do telefone o corno deixou de se preocupar com alturas. Em compensação passou a se preocupar com o cardápio e no final do expediente liga perguntando o que sua amada está preparando para o jantar.

 

 


Ironia, justamente por todos esses cuidados em proteger e preservar o comborço, o pobre do corno é tratado com escárnio e desrespeito pelo seu protegido. Uma total falta de consideração, já que o correto seria o corno ser muito respeitado. Se não pela instituição que ele representa, pela mansidão com que age. O corno, se não é provocado, nunca se mete em brigas, avenças, disputas ou qualquer pendenga. O corno é um manso pela própria



O Talento ...

 O Talento ...

 


 

A grande dificuldade de se medir o talento de um corno é saber até onde essa é uma arte sua, natural e exclusiva, ou apenas uma conseqüência do talento para botar chifres da parceira que escolheu. De forma que o talento do corno parece não se revelar apenas no ato em si, mas nas decisões que toma a posteriori.


Talentoso ou não, a ciência prova todo homem tem um potencial nato para ser chifrudo o que significa dizer que todo macho é uma cabeça à espera de um chifre, embora nem sempre tenha sido assim. Antigamente - e bote milhares de anos nisso - quando ainda éramos macacos não sabíamos que podíamos ser cornos. 


Mas já desconfiávamos. Segundo a teoria evolutiva todo esse ciúme, que o macho sente pela fêmea que julga sua, nasceu da impossibilidade de nossos tataravôs macacos saberem se o embrião que fazia a barriga da companheira avolumar-se era, de fato, seu. Podemos imaginar o drama. Se hoje em dia, com exame de DNA e tudo, as dúvidas persistem imagine nessa época.! (recente reportagem de uma científica atesta que, atualmente, 8 % dos filhos reconhecidos por seus pais, como seus legítimos descendentes, não o são, na realidade)

Não é de estranhar, portanto, que muito tempo depois, na idade

média, os homens tenham tentado proteger a exclusividade de seus genes com a invenção do cinto de castidade. Coitados, não conheciam, ou faziam de conta que não conheciam a primeira Lei Universal dos Cornos que diz: “não há equipamento capaz de prevenir um homem de se tornar corno” ( que é apenas uma versão – piorada - da muito popular Lei Universal da Natureza Feminina que diz: “fogo de morro acima, água de morro abaixo e mulher quando quer dar, ninguém segura”).

Cerca de oitocentos anos a mais de evolução, esse ciúme, tão instintivo e avassalador, gerou nas páginas do mestre Machado de Assis um verdadeiro tratado sobre o tema chamado Dom Casmurro. Neste romance ele relata, elegantemente, o drama de um corno chamado Bentinho, para sempre em dúvida quanto a verdade do seu gene na barriga da amada Capitu, atormentando-se por causa disso, capítulo após capítulo, sem coragem de dar a volta por cima. O certo é que, se evoluímos, passando de macacos para homens, o sofrimento, porém, continuou.

E, ao que tudo indica, nunca acabará. Nestes dias que correm,

de Internet, Big-Brother e pílulas de felicidade, uma notícia de chifre ganhou mais assunto na imprensa internacional do que a nova queda nas ações da bolsa européia. Trata-se do lateral Bridge, da seleção inglesa, que, traído pela namorada com um companheiro de time e de farra, Terry, decidiu abandonar o English Team. “Não posso usar a mesma camisa de um cara que pode ter usado as minhas camisinhas” teria dito ele, e, desde então, só se fala nisso na Europa.

O que teria acontecido, para que um acontecimento tão banal tenha adquirido tons de tragédia mundial? Parece que Bridge, ao dar uma de vítima, descuidou-se de uma das regras fundamentais do Manual Universal dos Cornos que diz: “todo chifre nasce do mesmo tamanho, mas aumenta desproporcionalmente, quanto mais se fala nele”. Por desconhecimento de uma regra elementar, o zagueiro, que se revelou um corno de raro talento ao se despedir voluntariamente da seleção, corre o risco de ficar mais famoso nessa arte que na de jogador de futebol.

Com o intuito didático de evitar que mais cornos se tornem famosos como Bridge lembraremos, a seguir, alguns itens desse manual Que este não se torne uma Bridge ( ponte, em português ) que o conduza, ao invés, para o outro lado, caríssimo leitor:

 

 


1. O sujeito que tem vergonha de ser corno deveria se lembrar que todo ser humano não passa de um corno, pois sua sina é ser traído e abandonado um dia por aquela que mais ama: a própria vida.

 

 

2. Todo homem que ama uma mulher acima de todas as coisas corre o sério risco de vê-la rapidamente abaixo das coisas do primeiro homem que aparece.

 

 

3. Numa relação homem-mulher nunca dá empate, sempre um dos dois está ganhando. Se o homem julga que sua relação está empatada é porque já está perdendo.

 

 

4. O bom corno não é mais corno não só porque o dia tenha só 24 horas, mas porque o alfabeto só tem vinte e três letras e o espelho só tem uma imagem.

 

 

5. Nunca existiu nem jamais vai existir equipamento de Proteção Individual para o corno. O melhor que já inventaram foi a camisinha, mas quem usa, quando interessa, é o outro.

 

 

6. Um corno pode ser perfeito, o não-corno jamais. Depois que inventaram a fantasia feminina não dá para escapar. Na melhor das hipóteses o sujeito toma chifre do Brad Pitt, na pior da Angelina Jolie. (ou vice-versa, com queiram).

 

 

7. O chifre foi a melhor forma já inventada por uma mulher para colocar os homens nos seus devidos lugares. Seu marido no seu (dele). Seu amante no seu (dela)


sábado, 15 de agosto de 2026

Minha esposa e o superdotado

 

Minha esposa e o superdotado

Olá, meu nome é José, tenho essa história a contar, mais mesmo por satisfação do que por desabafo !


Sou casado há 15 anos com a Helia minha amada esposa, uma loira de 1,63, seios pequenos, bumbum arrebitado e uma cinturinha de fazer inveja a gatinhas de 18 aninhos. E de uns anos para cá, vinha tendo uma fantasia na minha cabeça, de vê-la me traindo com um homem super dotado. Durante um bom tempo, ela nunca se manifestou sobre isso, pois, mesmo brincando com ela sobre essa fantasia, sabia que ela não faria isso jamais !

Foi quando teve uma reviravolta em nossas vidas, ela arrumou um emprego numa firma, aqui perto de minha casa. Lá, até conhecia alguns funcionários, inclusive o dono, um coroa moreno e muito educado, e dito também os comentários de ser mulherengo e exterminador de cu, pois alguns amigos diziam ser ele portador de uma pica de 27 cm, medidos por várias mulheres, diziam também, que elas eram praticamente arrombadas por ele e não tinha boceta que aguentava ele bombando por mais de 20 minutos.

Ficava pensando na minha esposa que é muito bonita de corpo e com uma simpatia sem igual, ser presa fácil para ele, ainda mais que ela é muito bonita e comunicativa, porém tímida pra algumas coisas. Ela uma vez empregada, não teve problemas na firma, logo ela se enquadrou no serviço e se dedicou também, sendo assim a ser promovida a secretária dele.

Se não me engano, foi numa sexta feira, ela chegou em casa muito alegre, tinha feito algumas compras e disse que o Giovany, seu patrão, convidara a nós a participar de um churrasco na casa dele, " que dito de passagem é uma mansão ". Fiquei feliz em saber desse convite, também por ele ser político na minha cidade e ter muitos contactos na socialite.

Nada percebi e não pensava mais nas minhas fantasias, ainda mais por que o tempo havia apagado ! Foi quando chegou o dia, estava fazendo um sol imenso, parecia um dia diferente, cheio de alegria, ela estava muito linda, irradiando uma alegria contagiante e muito amável comigo.

Partimos então para lá e ao chegar, ele estava na piscina de sunga e tomei um susto, ele tinha um volume na sunga, que parecia uma garrafa pet, minha esposa nada falava e senti ela olhar com muita atenção, ela descia os olhos para sua pica, quase caindo em cima dele. Em seguida, ela saiu para se trocar e ficamos eu e ele conversando e tomando uma cerveja, foi quando minha esposa voltou.

Fiquei boquiaberto !!! ela usava um fio dental de cor azul, que comprou e não tinha me mostrado, calçava também um tamanco salto agulha, estava sexy, sedutora e safada.0 Seu semblante havia mudado, ela estava cheio de tesão e manhosa com ele. 

Durante esse tempo, ela ficou falando coisas sacanas e senti que minha fantasia estava sendo realizada. Saí da piscina e disse que iria pegar a máquina fotográfica em casa, esperei uns 40 minutos e voltei sorrateiro para a mansão. Eles não estavam mais na piscina, meu coração começou a bater forte demais, subi a escada que dá acesso a casa e escutei o que eu mais desejava, os urros de tesão de minha esposa. Fui devagar e os vi de costas para mim, em sua cama, ela de quatro e ele bombando na sua boceta, não aguentei e me escondi, comecei a bater uma punheta.

Quando ele gozou e ao tirar seu pau de dentro dela, vi com meus próprios olhos, ela de quatro jorrando de sua boceta uma quantidade imensa de porra, foi quando ele me viu e ficou nervoso e com medo de mim, ela ainda não tinha me visto, e não aguentei, corri para ela que teve um susto. Ficou nervosa, mas logo ela se soltou e brincou comigo " Perdão meu corninho, não era isso que você queria, não é ? " Disse a ela que sim ! embora fiquei com ciúmes em vê-la metendo com ele !

Ela sentia muita dor, mas não que não pudesse aguentar, foi então que pedi a ela para ver bem de perto ela trepando de novo. Ele a então segurou e a beijou, colocou ela deitada e meteu nela na minha frente, ela me xingava e gozava, teve momentos que ela chorava de dor e tesão, sua pica era coisa feia, saia e entrava na boceta de minha esposa sem piedade.cada estocada fazia um barulho de sucção, que parecia estar arrancando seu útero.

 Lembro-me que em seguida, ele pediu para colocar na sua bundinha, ela me olhou, sorriu e disse " Vem aqui atrás, vem, colocando o dedo no seu cuzinho !" O pau dele era realmente enorme, nunca tinha visto antes nada igual, ela ficou de quatro e eu de frente com ela olhando seu rosto, foi quando ele começou a meter, ela me olhava e com lágrimas escorrendo, chorava, sorria e sentia tesão. Ficamos ali um bom tempo, mas ela pediu arrego, não conseguindo gozar devido a dor, mas ele fez seu papel de macho, gozou no cu de minha esposa, enchendo ele de porra. 

Seu cu parecia um poço, ficou tão largo, que a porra escorria pela nádegas com filetes de sangue. Ficamos um tempo juntos, eu e o Giovany, acariciava-mos minha esposa que chorava e dizia coisas para mim.

Depois da foda. limpei ela toda e ao colocar o fio dental, voltamos para a piscina, ela estava sentindo dores e sangrando, mas logo parou. Seu cu estava tão largo e inchado, que o fio dental não tapava o buraco. A sua boceta também de tão inchada, pulava fora do biquíni todo instante, ficava se arrumando, na frente das visitas que acabaram de chegar, que também eram homens, deixando-se perceber a buça inchada e a mostra. Em alguns momentos, alguns deles ficavam olhando para ela e outros ficavam rindo de forma sacana de mim . 

Se aproximavam pra bater um papo com ela que estava bem solta, pois havia bebido, fazendo-me ciúmes e não mais arrumando o fio dental, que por vez, estava os lábios da sua boceta a mostra, para todos verem.

Sentia-me um verdadeiro corno, mas com uma esposa dessa, quem não deseja ser ? Todos que estavam no churrasco me tratavam tão bem, no entanto, ela dentro da piscina, consequentemente levou várias roçadas, pois percebia que eles saiam da piscina com seus membros duros que nem pedra.

 E minha esposa, cada vez mais safada, brincava com eles e o Giovany, sentando no colo deles e falando ao pé do ouvido olhando para mim e rindo.

Depois de irmos embora, viemos conversando sobre sua atitude e a agradeci o presente recebido. Ela me disse, que depois que começou a trabalhar na firma, levava muitas cantadas do Giovany e não resistiu e trepou com ele no escritório. Isso já tinha se passado uns 5 meses e depois disso, trepou com ele várias vezes. No entanto ela não tinha coragem de me contar, mas sabia que eu desejava ser um corno e armou isso com ele e ainda que ela não tinha feito sexo anal com ele, aguardando esse momento para fazer na minha presença.

Hoje ela ainda trepa com ele ! embora não mais trabalhe no mesmo local, mas ele está sempre cobrindo minha esposa !!! Esse fato se deu a um ano e meio e não tinha o interesse de divulgar, mas ao conhecer esse site, achei melhor revelar o que se passou comigo, na primeira foda de minha esposa fora do casamento !