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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

CONTOS de CORNOS > DEPOIMENTO - Fui Forçada a Dar Para o Síndico


DEPOIMENTO - Fui Forçada a Dar Para o Síndico

Olá, meu nome é Cíntia, tenho 25 anos, sou casada com o Humberto há cinco anos. Meu marido foi meu primeiro e único homem. Tenho a pele bastante clara, cabelos claros e feições de garotinha. Meu corpo é meio gordinho mas muito gostoso, peso 69 quilos, mas muito bem distribuídos para a minha estatura. Os seios são grandes, maiores do que a média. Ficam bem durinhos e empinadinhos quando estou excitada. Meus mamilos são enormes, e meu marido sabe muito bem tratar deles, coisa que me excita muito. As coxas grossas e durinhas, porque eu malho. Pele quente, macia. Bom, isso tudo é com base no que meu marido sempre disse. Moramos num edifício de apartamentos em São Paulo, e meu marido é consultor e eu historióloga, mas não trabalho. Não temos filhos. Este fato que vou narrar aconteceu há uns seis meses, e foi único na minha vida.
No prédio temos um síndico, um senhor de cerca de 65 anos, alto, forte, mas um nojento. Um português que acha que sabe de tudo, que pode tudo, cheio de razão. Nunca simpatizei com ele, que tem umas brincadeirinhas idiotas, como cuspir no chão e mandar o porteiro limpar! Sempre abominei esse homem aqueroso que tanta náusea  me causou. Quando olhava para as mulheres, parecia que ia comer cada uma, se achava muito gostoso, mas comigo nunca disse nada embora me devorasse com os olhos! Eu procurava passar o mais distante possível dele e se era inevitável, dava bom dia e ele respondia com aquele sorriso sínico. Eu passava o mais rápido possível do lado dele. Um dia meu marido veio com uma notícia bombástica em casa. Havia sido demitido e a empresa estava se negando a pagar sua rescisão porque estavam falidos. Imediatamente meu marido começou a procurar emprego, mas nada. Nossas reservas estavam acabando, e eu também comecei a procurar, mas não encontrava nada. Começamos então a atrasar algumas contas, o que dava pra deixar deixava-se. Até que começamos a deixar também o que não dava. Inclusive o condomínio. Passaram-se um, dois, três meses. Um belo dia, estava eu saindo do banho, e a campainha tocou. Coloquei rapidamente um shortinho branco e uma blusinha de alcinha branca que tenho só para abrir a porta, imaginando que fosse uma vizinha amiga minha, pois gente de fora não poderia ser já que não houve anúncio no interfone. Qual não foi minha surpresa quando abri a porta e me deparei com aquele homem, o síndico. Seu nome é Pedro. Ele perguntou de meu marido, e eu respondi que ele não estava, que havia saído para procurar emprego (ele sabia de nossa situação pois meu marido já conversara com ele). Ele me olhou de alto a baixo, com um olhar muito sacana, e pediu que mandasse meu marido falar com ele assim que chegasse. Eu disse que sim e fechei mais que depressa a porta. Meu marido chegou e foi conversar com ele. Voltou arrasado. Disse que o condomínio iria nos processar, e que se a coisa continuasse assim, poderíamos perder o apartamento e ser despejados. Fomos processados, e nosso apartamento penhorado por um oficial de justiça que veio em casa. Nem acordo o desgraçado do síndico fez conosco. Estávamos a ponto de perder o apartamento, já que os bicos que meu marido fazia davam somente para o essencial. Foi quando o Humberto tentou uma última conversa. Parece que era isso que o canalha esperava. Se fossemos despejados ficaríamos na rua, já que nossos parentes são de outro estado. Humberto chegou em casa arrasado e chorando. Eu o abracei e lamentei, e ele foi contando que o velho o humilhou muito, e que por fim fez uma proposta totalmente descabida, e que só não o socou ali mesmo porque senão as coisas apenas iriam piorar. Imaginem que o velho ordinário propôs a humberto que perdoaria toda a nossa dívida se pudesse desfrutar de mim! Claro que repudiei na hora, e meu marido também. O tempo foi passando e o dia do leilão foi marcado. O desespero tomou conta de nós dois. Já não sabíamos mais o que fazer, quando Humberto, já sem nenhuma esperança, disse que a única saída seria aceitar a proposta, mas que eu não era obrigada, que ele jamais me acusaria de nada. Fiquei alguns dias com isso na cabeça, e vendo o desespero de meu marido, um dia resolvi o que nunca imaginei que faria. Sem dizer nada a Humberto coloquei uma sandalhinha e um vesitidinho solto, sem nada por baixo e toquei a campainha do velho. Ele atendeu e sorrindo mandou que eu entrasse. Estava vestindo uma camisa estampada, uma calça preta e um chinelo horrível. Estava ridículo. Eu sentei e ele sentou-se num sofá próximo de mim, e não tirava o olho das minhas coxas. Eu pedi que ele desse mais um prazo pra gente, que não era justo, tantos anos pagando em dia. Ele disse que não seria possível, que gostaria de ajudar. Babando pelo meu decote que estava bastante generoso e onde era possível perceber que estava sem nada por baixo, ele perguntou se eu não queria uma água. Eu aceitei e quando voltou sentou ao meu lado. Ele tinha um cheiro de velho. Bebi a água e deixei um pouco no copo. Ele tomou o resto dizendo que era pra descobrir meus segredos. Respondi que não tinha segredos, e ele retrucou :
- Então vamos criar um agora.
Colocou sua mão no meu joelho. Eu me arrepiei toda de repulsa, mas ao mesmo tempo deu um frio na barriga, e sua mão foi subindo pela minha coxa e alisando ela. Fiquei imóvel. Ele se aproximou e num repente beijou minha boca, sentia sua língua invadindo minha boca e eu comecei a corresponder. Suas mãos deslisavam pela coxa, depois pelos meus peitos por cima do vestido. Aquela saliva dele me dava asco e tesão. Eu ali, com aquele bruto me beijando me apalpando. Começou a alisar minha barriga, subindo e acariciando meu seio por cima do vestido solto. Colocou minha mão sobre sua calça e senti um membro duro, e grande, maior que o que estava acostumada a sentir com meu marido. Ele começou a lamber meu pescoço e eu arfava, esticava o corpo pra frente, queria aquelas mãos que eu tanto odiava nos meus seios. Ele me colocou de pé e começou a bolinar meu seio direito com a mão invadindo o meu vestido e eu acariciava seu membro duro por cima da calça.


Ele me virou de costas e começou a acaricia-la com suas mãos calejadas. Aquilo me levava ao delírio. Não sabia que era possível sentir tanto tesão com uma simples passada de mão nas cosatas. Estava totalmente entregue.

Em seguida, me colocou de frente, se ajoelhou e começou a me despir. Ele examinava cada centímetro do meu corpo, sentia minha respiração ofegante e comentava sobre a minha pele. Eu não oferecia nenhuma resistência e esperava o que iria acontecer anciosamente. Me viu ensopada e depois se levantou e me disse no meu ouvido que um homem de verdade ia me possuir agora.


Fiquei arrepiada. Sem querer correspondia a tudo que ele queria. Ele então abaixou novamente e tirou completamente o meu vestido me segurando pela coxa.  Eu facilitava o seu serviço e podia até sentir um curativo que havia em seu dedo roçando a minha pele sedosa.


Ao me colocar completamente nua na cama, começou a chupar meus peitos, e acariciar minha bocetinha. Ele lambia o meu peito, brincava com o mamilo, judiava de mim, eu jorrava de tesão. Me lambeu pela barriga, pelas coxas, pés. Me deu um banho de língua completo. Chupou como nunca meu marido fizera. Enfiava o dedo, lambia, e eu gozei muito.  Ele ria uma risadinha safada que me excitava mais ainda. Voltou aos meus peitos e chupava deliciosamente. Aquele velho nojento me possuindo e me deixando louca! Seu dedo atolava minha xaninha... sua boca...nossa, que sensação... Eu sempre transava com o Humberto com a luz apagada, mas ver aquele homem me chupando me deixava muito mais excitada do que as minhas transas de luz apagada. Eu acompanhava cada movimento que ele fazia abrindo as minhas pernas e me oferecendo pra ele.


Quando eu estava completamente perdida de tesão ele se levantou e me ordenou que eu chupasse seu pau. Em qualquer outra situação, aquela frase poderia servir até mesmo para eu processar aquele velho idiota. Mas ali, ela teve um efeito quase hipnótico. Eu me levantei prontamente, completamente nua e fui abrindo as suas calças, para atender a ordem que me fora dada.


Cai de boca assim que liberei seu membro das calças. No começo como eu já havia gozado várias vezes, fiquei um tanto tímida e chupava de forma desinteressada, meio que por obrigação.


Por um momento eu senti vergonha do que estava fazendo e tive vontade de colocar a roupa e sair correndo naquele momento. Que se dane as dívidas, o apartamento. Eu não podia vender a minha dignidade para um desconhecido. Isso fez com que eu esfriasse um pouco e passasse a chupar aquele velho de forma mecânica. Eu olhava aquele pinto asqueroso e apenas pincelava ele com a ponta da língua. Ele se tornou flácido e meu algoz começou a reclamar. Disse que se eu não fizesse um bom serviço a coisa iria demorar mais. E ele tinha certeza que eu poderia fazer bem melhor que aquilo.


Aquilo me reacendeu e sentada na beira da cama, comecei a fazer um dos boquetes mais gostosos que já havia feito na minha vida. Eu lembrava dos filmes que meu marido às vezes me mostrrava no computador e tentava imitar aquela atrizes pornôs. O efeito foi instantâneo e aquele pau ficou duro feito uma rocha, enchendo completamente a minha boca.



Eu apertava aquele pau e ele ia punhetando. Ele colocou inteiro em minha boca e eu chupei o quanto pude, punhetava e chupava. Ele ia rindo, me chamando de gostosa, putinha,  que queria me comer há tempos, que iria judiar de mim. Ele me colocou em cima da cama e abriu as minhs pernas vindo por cima. Eu estava novamente a ponto de bala e recebi aquele membro com imenso prazer. Era com se estivesse executando o meu acordo no pagamento da dívida. Naquele momento nem lembrava mais que era casada. Eu erguia sua blusa em busca do corpo do macho que estava me possuindo.


Quando eu estava praticamente gozando novamente, ele retirou seu pau pra fora e ordenou que o despisse. Eu fiquei desapontada pois, com certeza, mais algumas bombadas daquele velho na minha bocetinha me levariam ao quarto ou quinto orgasmo daquele tarde. Prontamente atendi sua ordem e não tirava o olho do pau daquele velho asqueroso, mas desta vez eu queria ele novamente dentro de mim.


Após um boquete rápido, seu pau ficou novamente duro. Ele disse que queria me comer vendo a minha bunda. Novamente não demorou nem um segundo e eu já sentava naquela pica com a bunda escancarada para ele. Eu subia e descia naquele pau e ele não parava de  tecer elogios a minha bunda e ao meu cuzinho virgem. Eu rebolava gostoso naquela pica e tive mais um orgasmo enquanto meus peitos balançavam no ar com a trepada.


Por um momento tinha esquecido que meu macho ainda não havia gozado e recebi nova ordem. Agora ele queria me comer olhando para a minha carinha de puta. Eu tinha acabado de gozar e em condições normais jamais toparia se fodida logo em seguida. Pelo menos era assim com meu marido. Precisava de pelo menos meia hora para entrar no clima de novo. Isto quando milagrosamente ocorria uma segunda trepada na mesma noite. Mas eu estava tão enebriada por sexo que sentei novamente na pica do velho olhando-o fixamente e me sentindo uma verdadeira puta. Tinha perdido o último sentimento de vergonha e ele me fodia vigorosamente, apertando com força os meus seios.


Depois de mais uma sessão de foda, ele me colocou de quatro e voltou a chupar minha xana. Começou a brincar com o pau na entradinha melada da minha bocetinha. Eu rebolava e nada de ele colocar. Só ria. Um riso de velho, sinistro.  Eu sentia meu liquido escorrendo pela perna. Ele então começou a colocar bem devagarinho. Eu apertava o cacete com a boceta. Ele foi colcando me fazendo sentir cada centímetro do pau. Fui as alturas quando ele terminou de colocar tudo. Bombava e eu arrebitava minha bundinha e ele metia muito. Apalpava meus peitos, babava em minha nuca. Eu gozava alucinadamente. Ele deitou na cama e eu subi no cacete dele e cavalgava muito com as mãos dele acariciando meus peitos, minha bunda, minhas coxas. Nossa, fui a loucura. Fizemos de lado, de frente de todo jeito. Ele então me colocou de quatro de novo e começou a brincar no meu cuzinho. Nem meu marido tinha comido. Mas eu não pude resistir, estava entregue. Ele foi enfiando, enfiando... até que me comeu assim, de quatro, meu cuzinho, com as mãos nos meus peitos, na minha barriga. Me beijava a  boca, babava em meu corpo até que senti fortes jatos quentes no meu cuzinho. Gozei novamente, sendo penetrada analmente.


Até hoje meu marido não sabe exatamente o que aconteceu naquela tarde, e não entende como foi que o sindico voltou atrás. O canalha na verdade fez um acordo com ele, não perdoou a dívida. Hoje eu e meu marido trabalhamos e estamos em dia. Mas quando olho para o síndico não posso deixar de desejar de novo aquele contato. Ele sabe disso e me olha com um ar sacana que me deixa louca de ódio e tesão.

CONTOS de CORNOS > O Velho me Alugou a Casa, mas comeu minha esposa..


O Velho me Alugou a Casa, mas comeu minha esposa..
 

Já Namorávamos Há 4 anos e pretendíamos nos casar em breve. Eu com 21 anos e ela tinha acabado de completar 18 anos. Mas algo aconteceu que seus pais tinham que ir embora para o nordeste terra natal deles e isso fez com que nós tivéssemos que nos casar logo para evitar que ela fosse embora. Como não tínhamos muitas condições, fui atrás de algum lugar para alugarmos para que pudéssemos ter um começo de casamento só nosso. Alguns amigos e familiares nos ajudaram com móveis e um amigo me indicou um senhor amigo do pai dele que tinha um imóvel para alugar. Fomos até lá para conhecer o imóvel apesar de ser uma residência nos fundos do local onde o velho morava já viúvo, tanto eu como minha mulher gostamos do local e o melhor o senhor alugaria sem precisar de fiador. Fechamos o negócio no mesmo dia. A casa precisava de uma pintura já que desde o último inquilino, o local não tinha recebido pintura nova. Isto não seria problema, já que estávamos realizando um sonho. Logo trouxemos nossas coisas e aos poucos eu pintaria nossa casa. No outro dia cedo, tive que trabalhar e minha mulher ficou sozinha em casa arrumando nossas coisas. Nisso o Velho foi até lá e se ofereceu para pintar a casa enquanto eu trabalhava minha esposa respondeu pra ele que precisava conversar comigo antes. Quando ela me contou eu perguntei qual a opinião dela e ela me respondeu que não veria problemas. Combinamos então que tudo bem que ele poderia começar logo no dia seguinte. No outro dia ao chegar em casa vi que muito pouco tinha sido pintado e fui logo perguntando se o velho não tinha trabalhado no que minha esposa me respondeu que achava que isso não ia dar certo já que o velho ao invés de pintar ficava o tempo inteiro olhando pra ela. Perguntei como ela estava vestida para atiçar o coroa assim e ela me disse que estava com um short amarelo que ela tem. Aí conhecendo o short amarelo, falei, também amor quem não olharia? Você com este minúsculo short ele deve ter entendido que você o estava provocando. E ela disse ainda que percebeu que ele mexia na calça e que ele estava de pau duro. Você não acha meio perigoso que este velho fique aqui em casa sozinho comigo? Eu falei bem amor agora não tem mais volta. Já falei que ele poderia pintar e como agora vou dizer que não pode mais. É só você não provocar o coroa. Rimos muito e percebi que ela ficou excitada com a conversa. Nesta noite trepamos muito e confesso que ficava louco de tesão em imaginar aquele coroa de uns 60 anos paquerando minha gatinha de apenas 18. No outro dia, quando estava no trabalho fiquei imaginando o que poderia estar acontecendo em casa de repente me vejo de pau duro só de imaginar coisas. Na hora pensei, será que tenho sintomas de corno? No final do dia, fui correndo pra casa e ao chegar lá ela estava no banho e como ela não me viu comecei a me masturbar olhando para aquela delícia de mulher e para minha surpresa, eu a vi fazendo algo que nunca tinha visto, ela estava se masturbando e quando ela gozou, eu fiz um barulho na porta como se estivesse chegando ela me puxou para dentro do banheiro, me deu um beijo e fizemos amor ali mesmo. Aí eu perguntei e o velho como se comportou? Ela me disse amor ele trouxe pãozinho fiz café e ficamos conversando um pouco depois ele foi trabalhar nada de mais. Perguntei como ela estava vestida e ela me disse que estava com aquele short que está no banheiro já sabia que era menor que o do dia anterior. Falei amor você está provocando ele não está? Ela sorriu e disse que sim, disse que queria ver até onde o velho agüentava. Aí falei e isso lhe deixa excitada não deixa? Mais uma vez ela disse que sim e caiu de boca no meu pau me chupou até que gozei em sua boquinha coisa que nunca tinha deixado acontecer antes aí percebi que ela estava completamente tarada. A esta altura minha cabeça estava a mil será que eu também estava tendo tesão em saber que minha esposa se mostrava pra outro homem. Chegou o sábado eu iria começar a pintura quando ele chegou para ajudar de repente chega minha esposa com uma mini-saia que quase aparecia sua calcinha deixando totalmente a mostra as suas pernas grossas. Percebi que os olhos do coroa brilharam fiz questão de sair um pouco para que ele pudesse curtir aquela maravilha. Ao voltar pude perceber que ele estava de pau duro visto o volume que se formava sob sua calça. O meu subiu também. Minha mulher estava no tanque e se abaixava e deixava aparecer partes de sua calcinha de propósito nisso o velho disse que ia ate na casa dele acho que foi bater uma punheta. Comentei com minha esposa da situação e ela sorriu dizendo que quando eu saí, ele enfiou a mão dentro da calça e ficou se tocando e olhando pra mim. Eu fiquei louco de tesão com esta situação. No domingo de manhã, minha esposa levantou colocou a mesma sainha do dia anterior. Fez café e percebi que o coroa estava na porta da casa dele olhando para a nossa. Perguntei se não queria tomar café conosco, ele disse que sim e veio sorridente. Minha esposa estava sentada em uma cadeira que de onde o velho iria sentar dava pra ver a calcinha dela. Quando ele sentou seus olhos quase saltaram. Ela colocou uma xícara para ele e ficamos jogando conversa fora. Já à noite quando estávamos na cama falei amor você fez aquilo de propósito não foi? Ela como de outras vezes só sorriu e balançou a cabeça em sinal de positivo. Ela disse que tinha percebido que eu também estava gostando da situação e adoraria se exibir para o velho. Eu respondi que realmente aquilo estava mexendo comigo e disse que se ela quisesse poderia continuar com a brincadeira. Ela me deu um beijo fizemos amor novamente e ela me abraçou forte e me disse obrigada amor! Na segunda ela me disse hoje eu o deixo maluco, A noite quando cheguei em casa, ela meio sem jeitome relatou o que aconteceu. Ela disse que ele chegou para trabalhar e ela foi tomar banho e deixou a porta semi-aberta percebeu que ele tinha parado de pintar a casa e que não parava de olhar em direção ao banheiro. Ao terminar o banho, ela o chamou e pediu para ele levar a toalha pra ela que tinha esquecido. Ao entregar a toalha para ela, ela ficou de costas e ele não pensou duas vezes entrou no banheiro e agarrou-a por trás. Ela comentou que sentiu em sua bunda um volume muito grande e completamente duro o que a deixou toda arrepiada. Ele tirou seu pau para fora e começou a esfregar em sua bunda Neste momento ela se virou pra ele e perguntou há quanto tempo o senhor é viúvo? Ele disse que há dez anos e que há uns cinco anos não tinha nenhuma relação sexual. Ela tirou o pau dele pra fora e ficou assustada com o tamanho e a grossura do cacete do coroa parecia um cogumelo. Começou a chupá-lo e o velho gozou em sua boca rapidinho. Mas o pau do velho não baixou e ela continuou a chupá-lo deixando o completamente duro. De repente o velho a pôs de costas e enfiou seu pau entre suas pernas e começou a penetrá-la quase não entra visto o tamanho da ferramenta do coroa. Depois que entrou tudo o velho muito experiente começou a socar a pica em sua boceta encharcada até que ela também gozou. Foderam por mais de uma hora o velho a fez gozar varias vezes e ele também gozou. Após ter me contado sua aventura sexual com o coroa, trepamos bem gostoso enquanto ela me chamava de corninho aquilo me deixou com o maior tesão que já senti em minha vida. Já se passaram quase um mês que mudamos e a casa ainda não foi completamente pintada porque o velho simplesmente está dando pintada é na boceta de minha esposa todo santo dia ele já comeu inclusive o cuzinho dela que relato no próximo conto.



Minha noiva comida um pouco antes de entrar na igreja

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CONTOS de CORNO > Adoro ser a puta do chefe do meu marido

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