DEPOIMENTO - Fui Forçada a Dar Para o Síndico
Olá, meu nome é Cíntia, tenho 25
anos, sou casada com o Humberto há cinco anos. Meu marido foi meu primeiro e
único homem. Tenho a pele bastante clara, cabelos claros e feições de
garotinha. Meu corpo é meio gordinho mas muito gostoso, peso 69 quilos, mas
muito bem distribuídos para a minha estatura. Os seios são grandes, maiores
do que a média. Ficam bem durinhos e empinadinhos quando estou excitada.
Meus mamilos são enormes, e meu marido sabe muito bem tratar deles, coisa que
me excita muito. As coxas grossas e durinhas, porque eu malho. Pele quente,
macia. Bom, isso tudo é com base no que meu marido sempre disse. Moramos num
edifício de apartamentos em São Paulo, e meu marido é consultor e eu
historióloga, mas não trabalho. Não temos filhos. Este fato que vou narrar
aconteceu há uns seis meses, e foi único na minha vida.
No prédio temos um síndico, um
senhor de cerca de 65 anos, alto, forte, mas um nojento. Um português que acha
que sabe de tudo, que pode tudo, cheio de razão. Nunca simpatizei com ele, que
tem umas brincadeirinhas idiotas, como cuspir no chão e mandar o porteiro
limpar! Sempre abominei esse homem aqueroso que tanta náusea me causou.
Quando olhava para as mulheres, parecia que ia comer cada uma, se achava muito
gostoso, mas comigo nunca disse nada embora me devorasse com os olhos! Eu
procurava passar o mais distante possível dele e se era inevitável, dava bom
dia e ele respondia com aquele sorriso sínico. Eu passava o mais rápido
possível do lado dele. Um dia meu marido veio com uma notícia bombástica em
casa. Havia sido demitido e a empresa estava se negando a pagar sua rescisão
porque estavam falidos. Imediatamente meu marido começou a procurar emprego,
mas nada. Nossas reservas estavam acabando, e eu também comecei a procurar, mas
não encontrava nada. Começamos então a atrasar algumas contas, o que dava pra
deixar deixava-se. Até que começamos a deixar também o que não dava. Inclusive
o condomínio. Passaram-se um, dois, três meses. Um belo dia, estava eu saindo
do banho, e a campainha tocou. Coloquei rapidamente um shortinho branco e uma
blusinha de alcinha branca que tenho só para abrir a porta, imaginando que
fosse uma vizinha amiga minha, pois gente de fora não poderia ser já que não
houve anúncio no interfone. Qual não foi minha surpresa quando abri a porta e
me deparei com aquele homem, o síndico. Seu nome é Pedro. Ele perguntou de
meu marido, e eu respondi que ele não estava, que havia saído para procurar
emprego (ele sabia de nossa situação pois meu marido já conversara com ele).
Ele me olhou de alto a baixo, com um olhar muito sacana, e pediu que mandasse
meu marido falar com ele assim que chegasse. Eu disse que sim e fechei mais que
depressa a porta. Meu marido chegou e foi conversar com ele. Voltou arrasado.
Disse que o condomínio iria nos processar, e que se a coisa continuasse assim,
poderíamos perder o apartamento e ser despejados. Fomos processados, e nosso
apartamento penhorado por um oficial de justiça que veio em casa. Nem acordo o
desgraçado do síndico fez conosco. Estávamos a ponto de perder o apartamento,
já que os bicos que meu marido fazia davam somente para o essencial. Foi quando
o Humberto tentou uma última conversa. Parece que era isso que o canalha
esperava. Se fossemos despejados ficaríamos na rua, já que nossos parentes são
de outro estado. Humberto chegou em casa arrasado e chorando. Eu o abracei e
lamentei, e ele foi contando que o velho o humilhou muito, e que por fim fez
uma proposta totalmente descabida, e que só não o socou ali mesmo porque senão
as coisas apenas iriam piorar. Imaginem que o velho ordinário propôs a
humberto que perdoaria toda a nossa dívida se pudesse desfrutar de mim! Claro
que repudiei na hora, e meu marido também. O tempo foi passando e o dia do
leilão foi marcado. O desespero tomou conta de nós dois. Já não sabíamos mais o
que fazer, quando Humberto, já sem nenhuma esperança, disse que a única saída
seria aceitar a proposta, mas que eu não era obrigada, que ele jamais me
acusaria de nada. Fiquei alguns dias com isso na cabeça, e vendo o
desespero de meu marido, um dia resolvi o que nunca imaginei que faria. Sem
dizer nada a Humberto coloquei uma sandalhinha e um vesitidinho solto, sem nada
por baixo e toquei a campainha do velho. Ele atendeu e sorrindo mandou que eu
entrasse. Estava vestindo uma camisa estampada, uma calça preta e um chinelo
horrível. Estava ridículo. Eu sentei e ele sentou-se num sofá próximo de mim, e
não tirava o olho das minhas coxas. Eu pedi que ele desse mais um prazo pra gente,
que não era justo, tantos anos pagando em dia. Ele disse que não seria
possível, que gostaria de ajudar. Babando pelo meu decote que estava bastante
generoso e onde era possível perceber que estava sem nada por baixo, ele
perguntou se eu não queria uma água. Eu aceitei e quando voltou sentou ao meu
lado. Ele tinha um cheiro de velho. Bebi a água e deixei um pouco no copo. Ele
tomou o resto dizendo que era pra descobrir meus segredos. Respondi que não
tinha segredos, e ele retrucou :
- Então vamos criar um agora.
Colocou sua mão no meu joelho.
Eu me arrepiei toda de repulsa, mas ao mesmo tempo deu um frio na barriga, e
sua mão foi subindo pela minha coxa e alisando ela. Fiquei imóvel. Ele se
aproximou e num repente beijou minha boca, sentia sua língua invadindo minha
boca e eu comecei a corresponder. Suas mãos deslisavam pela coxa, depois pelos
meus peitos por cima do vestido. Aquela saliva dele me dava asco e tesão. Eu
ali, com aquele bruto me beijando me apalpando. Começou a alisar minha barriga,
subindo e acariciando meu seio por cima do vestido solto. Colocou minha mão
sobre sua calça e senti um membro duro, e grande, maior que o que estava
acostumada a sentir com meu marido. Ele começou a lamber meu pescoço e eu
arfava, esticava o corpo pra frente, queria aquelas mãos que eu tanto odiava
nos meus seios. Ele me colocou de pé e começou a bolinar meu seio direito com a
mão invadindo o meu vestido e eu acariciava seu membro duro por
cima da calça.
Ele me virou de costas e começou
a acaricia-la com suas mãos calejadas. Aquilo me levava ao delírio. Não sabia
que era possível sentir tanto tesão com uma simples passada de mão nas cosatas.
Estava totalmente entregue.
Em seguida, me colocou de
frente, se ajoelhou e começou a me despir. Ele examinava cada centímetro do meu
corpo, sentia minha respiração ofegante e comentava sobre a minha pele. Eu não
oferecia nenhuma resistência e esperava o que iria acontecer anciosamente. Me
viu ensopada e depois se levantou e me disse no meu ouvido que um homem de verdade
ia me possuir agora.
Fiquei arrepiada. Sem querer
correspondia a tudo que ele queria. Ele então abaixou novamente e tirou
completamente o meu vestido me segurando pela coxa. Eu facilitava o seu
serviço e podia até sentir um curativo que havia em seu dedo roçando a minha
pele sedosa.
Ao me colocar completamente nua
na cama, começou a chupar meus peitos, e acariciar minha bocetinha. Ele
lambia o meu peito, brincava com o mamilo, judiava de mim, eu jorrava de tesão.
Me lambeu pela barriga, pelas coxas, pés. Me deu um banho de língua completo.
Chupou como nunca meu marido fizera. Enfiava o dedo, lambia, e eu gozei
muito. Ele ria uma risadinha safada que me excitava mais ainda. Voltou
aos meus peitos e chupava deliciosamente. Aquele velho nojento me possuindo e
me deixando louca! Seu dedo atolava minha xaninha... sua boca...nossa, que
sensação... Eu sempre transava com o Humberto com a luz apagada, mas ver aquele
homem me chupando me deixava muito mais excitada do que as minhas transas de
luz apagada. Eu acompanhava cada movimento que ele fazia abrindo as minhas
pernas e me oferecendo pra ele.
Quando eu estava completamente
perdida de tesão ele se levantou e me ordenou que eu chupasse seu pau. Em
qualquer outra situação, aquela frase poderia servir até mesmo para eu
processar aquele velho idiota. Mas ali, ela teve um efeito quase hipnótico. Eu
me levantei prontamente, completamente nua e fui abrindo as suas calças, para
atender a ordem que me fora dada.
Cai de boca assim que liberei
seu membro das calças. No começo como eu já havia gozado várias vezes, fiquei
um tanto tímida e chupava de forma desinteressada, meio que por obrigação.
Por um momento eu senti vergonha
do que estava fazendo e tive vontade de colocar a roupa e sair correndo naquele
momento. Que se dane as dívidas, o apartamento. Eu não podia vender a minha
dignidade para um desconhecido. Isso fez com que eu esfriasse um pouco e
passasse a chupar aquele velho de forma mecânica. Eu olhava aquele pinto
asqueroso e apenas pincelava ele com a ponta da língua. Ele se tornou flácido e
meu algoz começou a reclamar. Disse que se eu não fizesse um bom serviço a
coisa iria demorar mais. E ele tinha certeza que eu poderia fazer bem melhor
que aquilo.
Aquilo me reacendeu e sentada na
beira da cama, comecei a fazer um dos boquetes mais gostosos que já havia feito
na minha vida. Eu lembrava dos filmes que meu marido às vezes me mostrrava no
computador e tentava imitar aquela atrizes pornôs. O efeito foi instantâneo e
aquele pau ficou duro feito uma rocha, enchendo completamente a minha boca.
Eu apertava aquele pau e ele ia
punhetando. Ele colocou inteiro em minha boca e eu chupei o quanto pude,
punhetava e chupava. Ele ia rindo, me chamando de gostosa, putinha, que
queria me comer há tempos, que iria judiar de mim. Ele me colocou em cima da
cama e abriu as minhs pernas vindo por cima. Eu estava novamente a ponto de
bala e recebi aquele membro com imenso prazer. Era com se estivesse executando
o meu acordo no pagamento da dívida. Naquele momento nem lembrava mais que era
casada. Eu erguia sua blusa em busca do corpo do macho que estava me possuindo.
Quando eu estava praticamente
gozando novamente, ele retirou seu pau pra fora e ordenou que o despisse. Eu
fiquei desapontada pois, com certeza, mais algumas bombadas daquele velho na
minha bocetinha me levariam ao quarto ou quinto orgasmo daquele tarde.
Prontamente atendi sua ordem e não tirava o olho do pau daquele velho
asqueroso, mas desta vez eu queria ele novamente dentro de mim.
Após um boquete rápido, seu pau
ficou novamente duro. Ele disse que queria me comer vendo a minha bunda.
Novamente não demorou nem um segundo e eu já sentava naquela pica com a bunda
escancarada para ele. Eu subia e descia naquele pau e ele não parava de
tecer elogios a minha bunda e ao meu cuzinho virgem. Eu rebolava gostoso
naquela pica e tive mais um orgasmo enquanto meus peitos balançavam no ar com a
trepada.
Por um momento tinha esquecido
que meu macho ainda não havia gozado e recebi nova ordem. Agora ele queria me
comer olhando para a minha carinha de puta. Eu tinha acabado de gozar e em
condições normais jamais toparia se fodida logo em seguida. Pelo menos era
assim com meu marido. Precisava de pelo menos meia hora para entrar no clima de
novo. Isto quando milagrosamente ocorria uma segunda trepada na mesma noite.
Mas eu estava tão enebriada por sexo que sentei novamente na pica do velho
olhando-o fixamente e me sentindo uma verdadeira puta. Tinha perdido o último
sentimento de vergonha e ele me fodia vigorosamente, apertando com força os
meus seios.
Depois de mais uma sessão de
foda, ele me colocou de quatro e voltou a chupar minha xana. Começou a brincar
com o pau na entradinha melada da minha bocetinha. Eu rebolava e nada de ele
colocar. Só ria. Um riso de velho, sinistro. Eu sentia meu liquido
escorrendo pela perna. Ele então começou a colocar bem devagarinho. Eu apertava
o cacete com a boceta. Ele foi colcando me fazendo sentir cada centímetro do
pau. Fui as alturas quando ele terminou de colocar tudo. Bombava e eu
arrebitava minha bundinha e ele metia muito. Apalpava meus peitos, babava em
minha nuca. Eu gozava alucinadamente. Ele deitou na cama e eu subi no cacete
dele e cavalgava muito com as mãos dele acariciando meus peitos, minha bunda,
minhas coxas. Nossa, fui a loucura. Fizemos de lado, de frente de todo jeito.
Ele então me colocou de quatro de novo e começou a brincar no meu cuzinho. Nem
meu marido tinha comido. Mas eu não pude resistir, estava entregue. Ele foi
enfiando, enfiando... até que me comeu assim, de quatro, meu cuzinho, com as
mãos nos meus peitos, na minha barriga. Me beijava a boca, babava em meu
corpo até que senti fortes jatos quentes no meu cuzinho. Gozei novamente, sendo
penetrada analmente.
Até hoje meu marido não sabe
exatamente o que aconteceu naquela tarde, e não entende como foi que o sindico
voltou atrás. O canalha na verdade fez um acordo com ele, não perdoou a dívida.
Hoje eu e meu marido trabalhamos e estamos em dia. Mas quando olho para o
síndico não posso deixar de desejar de novo aquele contato. Ele sabe disso e me
olha com um ar sacana que me deixa louca de ódio e tesão.

