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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Minha esposa para todos mesmo

 

Minha esposa para todos mesmo


Minha esposa para todos – todos mesmo
estive fora por muito tempo e devido ao excesso de trabalho, nunca mais escrevi nossas aventuras. porém, eu e meu marido voltamos e gostaríamos de dividir com todos um resumo de nossa vida, que escrevemos a algum tempo, num período muito excitante de nossas vidas.
 


Para melhor leitura vamos enviá-las como aconteceram... em 3 partes, todas escritas por meu marido!


Minha esposa para todos (parte 1) " farei uma pequena introdução para que os fatos que passo a relatar a seguir não pareçam tão inverossímeis como poderiam parecer a primeira vista, mesmo porque trata-se da mais pura verdade e tudo foi detalhado dentro do máximo de realidade possível. conheci minha atual esposa a 10 anos numa situação bastante interessante. ela, recém separada, estava namorando com um rapaz nissei, que lhe deixava muito a desejar, como logo percebi. pensei que eram apenas namorados na ingenuidade dos meus 20 anos. mais tarde descobri que seu namoro ia muito além do que eu imaginava. descobri também que embora ela só revelasse um namorado, possuía 2 casos paralelos (isto mesmo- dois homens que a comiam, nas horas de folga, quando o nissei não aparecia). com estas descobertas, que só ocorreram uns 8 anos depois de casado, entendi o porque ultimamente minha mulher estava tão insatisfeita. afinal, pelo que eu tinha conhecimento, fazia já 8 anos que só transava comigo. e embora seja meio tarado, não sou nada dotado. comecei a insinuar-lhes coisas, mesmo porque gostaria que ela percebesse que eu não a queria triste, muito pelo contrário, queria ela plenamente realizada. passamos a freqüentar um local dançante, visto que ela sempre gostara de dançar. passei a tentar recuperar o tempo perdido, fazendo coisas que a muito deixara. numa noite, antes de ir para este clube, enquanto nos arrumávamos no banheiro pedi que ela trocasse a calcinha e colocasse outra bem mais sensual. de imediato ela perguntou porque se era eu mesma que a tiraria depois. respondi que nunca se sabe e ela ficou super curiosa. questionou o que eu queira insinuar e disse-lhe que nada. apenas que ela tinha carta branca para fazer o que quisesse. "_mesmo?!!!" - ela perguntou interessada. "_claro." disse-lhe. e ela disse que não acreditava. o assunto morreu ali e saímos para o clube. 2 semanas se passaram e comecei a notar que ela agora se arrumava bem mais para ir ao clube e até apareceu com calcinhas transparentes e abertas que nunca tinha usado. cada semana era uma calcinha nova. nada disse e continuei a observá-la. até que uma noite, muito excitado eu voltei a provocá-la. "_nossa que calcinha transparente. nunca saiu comigo tão provocante." disse-lhe. "_é?" ela falou insinuante, e só isso. "_será que eu estou merecendo tudo isto?" perguntei também lhe insinuando. "_quem sabe não é para você." ela arriscou. "_é. e se não for pra mim pra quem seria?" "-não sei. quem sabe para alguém no clube. quem sabe." "_não me diga que você tem um pretendido pra te comer esta noite?" "_não. é claro que não. mas, como você diz sempre vai que pinta." "_é. é verdade." eu disse e encerrei o diálogo sem nenhum pingo de ciúme. tinha certeza que ela estava jogando o verde e eu lhe dera o maduro. naquela noite ela dançou solta e leve. abraçava-se e rebolava no braço de outros com muito libido, com tesão. e no fim do baile voltamos junto para casa como se nada tivesse acontecido. passamos a freqüentar regularmente o clube. já não faltávamos um final de semana e posso dizer que ela se tornou aguardada no local. sempre dançava deliciosamente com todos que a convidavam. sem preconceitos. chegava a dançar com dois ao mesmo tempo quando a música assim permitia e devo dizer que com quem ela menos se esfregava era comigo. no entanto não passava disto. tenho quase certeza que diversas vezes ela quis sair dali com outro homem. entregar-se para algum com quem dançara. mas, não passava de amassos. bem até que numa noite de sábado ela começou a dançar com um rapagão de uns 20 anos mais ou menos e passou a noite toda com ele. ao voltar para a mesa, quando notei que ele fora ao banheiro, perguntei-lhe: "_então, ainda vão dançar por muito tempo?" "_não sei. o tempo que ele quiser. estou nas mãos dele." "_mesmo? então é mais sério do que eu pensava." "_não. é claro que não. ele só é sensual. é gostoso estar colada nele." "_ então porque vocês não vão pra um lugar onde poderão se grudar muito mais." finalmente eu sugeri. percebi um brilho em seu olhar e num sorriso ela quase se entregou: "_mesmo? você deixaria? você não se importaria?" "_é claro que não. desde que você queira. que vá te fazer feliz." "_é claro que eu quero!" entregou-se ela. já totalmente excitada. "_então. traga-o para cá. vou levá-los a um motel." aquela foi a frase mágica. não demorou 5 minutos e ela já o havia convencido. bastante tímido, eu diria até temeroso, o rapaz aproximou-se me cumprimentou e como que me observando se eu aprovava ou não pediu desculpas por monopolizar minha mulher naquela noite. fiz de desentendido e perguntei-lhe: "_e então, onde deseja que os leve?" fomos para o motel mais próximo do clube. a menos de 10 minutos dali, mas foi o suficiente para minha mulher que sentara-se atrás com seu amante chegar quase nua no motel. deixei-os e voltei sem dizer palavra. nos outros 10 minutos que me afastavam dali até minha casa mil pensamentos me passaram pela cabeça, embora tinha certeza que nenhum reproduziria o que se dava naquela suite de motel. só sei que 4 horas depois o telefone tocou em minha casa. era minha mulher pedindo que eu a buscasse de volta. antes de voltarmos ainda levamos seu amante até em casa, e pude apreciar como agora ele estava sem cerimônia, totalmente entrosado à situação, tanto que ao beijar minha esposa em despedida, o fez sem nenhum pudor, aproveitando para subir-lhe o vestido, embora estivesse na frente do portão e expôs sua bunda ao público, aquela hora da madrugada, o público era eu, fazendo questão de arregaçar-lhe o rego, como que a dizer, veja a abertura que deixei no meio dele. eu poderia ter ficado irritado, mesmo porque o combinado seria que ela me contasse todo o ocorrido no motel e durante todo o trajeto ela nada falou e nada disse ao chegarmos em casa. apenas me beijou alucinadamente, puxando-me para a cama e transamos como nunca antes tínhamos feito. foi maravilhoso comer minha mulherzinha puta totalmente arreganhada.
 

mandem seus comentários. ficaremos muito felizes!

email: esposadevassa@hotmail.com



 

Dei várias vezes a buceta um morador de rua escondida do meu marido

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‘O maior corno do mundo, com orgulho’: como é a vida de um casal que pratica cuckold em nome do prazer

 


Ser corno é, para muitos, uma vergonha. Mas não para Vagner Macedo, 34 anos. Pelo contrário: “Para mim, ser corno é algo que carrego com orgulho”, conta ele, que, há quase 20 anos, é casado com Bella Mantovani, de 31, a quem conhece desde a infância. Os dois passaram de ministros da igreja evangélica a adeptos do universo liberal — principalmente o fetiche cuckold, em que um homem tem tesão em ser traído e ver a parceria transar com outra pessoa.

O casal, que ganha a vida criando conteúdo adulto, já teve mais de 100 relações extraconjugais, com consenso e (pasme) sem repetir ninguém. “Nem é para não se apegar emocionalmente, porque isso não acontece comigo. Mas tem quem pegue e se apegue, e não tenho paciência para isso”, diz Bella. “Só tenho paciência com o Vagner”, diz em entrevista por vídeo para Marie Claire.

O feito dos dois impulsionou Vagner a buscar ser reconhecido como o Homem Mais Corno do Mundo — por ninguém mais, ninguém menos que o Guinness World Records, o livro mundial dos recordes.

Bella conta que, por mais que pareça uma brincadeira, os dois são alvos frequentes de preconceito e julgamentos, inclusive de pessoas conhecidas. Para viver os próprios desejos livremente, os dois passaram por uma separação, enfrentaram a religião e a família e criaram uma casca grossa para não ter medo de botar a cara a tapa.

O que os dois mais querem é que a sociedade entenda que o cuckold vai além de um fetiche ou de “safadeza”. Na verdade, pode ser uma forma pura de expressar amor e desejo.

"Quisemos mostrar nosso rosto porque decidimos estourar a bolha. Muitas pessoas preferem realizar fetiches escondido, e a gente taca o foda-se. Fazemos mesmo! Não devemos nada para ninguém. Gosto de ser livre. Julgue se você quiser, mas eu não tô nem aí”, diz Bella.

Cuckold: qual é a tara em ser feito de corno?

Por mais que o termo "corno" seja usado para falar em cuckold, o fetiche não é considerado uma traição. Isso porque as duas (ou mais) pessoas estão fazendo tudo com acordos prévios.

Ou seja: é uma tara totalmente normal e respeitosa, que leva em conta o consentimento, o prazer de todo mundo envolvido e o desejo de viver as próprias vontades sexuais com liberdade e honestidade.Podem existir várias configurações de acordo dentro do cuckold. Entre o casal, funciona assim: Bella transa com outras pessoas — homens ou mulheres, já que os dois são bissexuais — e Vagner assiste. Ele também tem a liberdade de “manipular” posições e carícias enquanto se toca.

“Sempre quis ver isso de perto. É como assistir um filme ao vivo, em que dá para sentir cheiros e textura”, conta Vagner. Mas por que querer ser corno? O que o deixa com vontade de ver a mulher transar com outras pessoas? “Sinto tesão em ver outra pessoa com tesão. Olho para o pé dela se contorcendo, o cara por cima, e imagino na minha cabeça o que ela está sentindo para estar com tanta vontade. Isso me toca. Essa é a grande sacada. Chega a ser até um exercício de empatia”, continua.

Para Bella, o mais gostoso nessas transas é justamente a excitação do marido. Mas não só: “Gosto de ver o cuidado que ele tem comigo. Não que ele não tenha no dia a dia, mas naquele momento me sinto uma pessoa muito mais especial. Ele fica cuidando, vendo cada movimento. Às vezes o cara está com a mão no lugar errado, ele vem e coloca num lugar que sabe que gosto. Então, o Vagner conduz a transa”, diz. E tem mais: “Sem contar que amo ver a forma como ele se toca. Gosto muito de ver a punheta”.

Esse cuidado de Vagner não está só em garantir que Bella tenha prazer, mas que ela seja respeitada e esteja confortável. “Se vejo que ela está incomodada, paramos na hora.”

‘A igreja estava acabando comigo e com meu relacionamento’

Bella e Vagner se conheceram na infância e se casaram cedo, ela com 17 e ele, com 19. Mas enquanto Vagner era pregador da igreja evangélica, Bella vem de uma família mais livre, em que o swing e os ménages eram naturais (desde que feitos escondido).

"Casamos cedo pela religião, porque queríamos ter relação logo", conta Bella. Quando "caíam em tentação", tinham de se confessar ao pastor. "Ele nos colocava em um banco e todo mundo olhava porque sabia o que tinha acontecido. Era uma merda", ela lembra.

O choque de visões entre eles foi tão grande que passaram um ano separados. "Precisei desse tempo para me ver como mulher de novo. Eu não me conhecia, não me tocava, meu psicológico estava horrível porque, por sete anos, minha vida era só viver a fé do Vagner. Me anulei muito. A igreja estava acabando comigo e com meu relacionamento. A fé ainda é minha base, mas comecei a explorar para me amar de novo", conta Bella.

Ao mesmo tempo, Vagner foi percebendo que sua forma de amar não era a mesma imposta socialmente e que, nas palavras dele,a igreja não era tão acolhedora quanto dizia ser. Largou o cargo de ministro de jovens, foi fazer teatro e também experimentou coisas novas — mas sempre de olho em Bella no Instagram.O desespero para voltar apareceu quando Bella postou um story bebendo vinho com um amigo em comum. Isso o fez sair da capital paulista até São José dos Campos, no interior do estado — onde o casal vive hoje. Foi quando começaram (longas) conversas sobre o que viveram e as próprias vontades.

Da repressão religiosa à liberdade sexual

Enquanto Vagner contou tudo, Bella demorou para abrir o jogo. “Até que um dia, esperei ela dormir e vi alguns vídeos dela transando com outros caras no celular dela. Na hora deu ciúmes, mas também deu tesão. É o misto de incômodo e excitação que me faz ter prazer”, conta Vagner.

“Como não tínhamos um relacionamento com diálogo antes, foi estranho falar do que fiz para ele. Mas, quando ele descobriu, taquei o foda-se e pensei que o que tivesse que acontecer, aconteceria”, acrescenta Bella.

A primeira “pulada de cerca” consensual aconteceu com um amigo fotógrafo de Vagner, adepto do meio liberal, que combinaram tudo para surpreender Bella. “Disse a ele que queria ver a Bella com outra pessoa na minha frente e que adoraria que fosse com ele. Marcamos uma sessão de fotos de lingerie com ela e, nos preparativos, ela enviou uma foto sem sutiã no grupo do WhatsApp. Foi quando vi que ela cedeu.”

O ensaio começou e o tal amigo começou a chegar perto, encostar mais e provocar Bella — que, mais uma vez, cedeu. “Não tive muita reação, só me joguei no sofá e curti o momento. Mas a primeira vez foi horrível”, ela diz, aos risos. O motivo? “Me deu uma ressaca moral amarga, fiquei sem acreditar que fiz aquilo.” Vagner sentiu o mesmo. “A sensação era de que eu tinha profanado meu casamento”, lembra.

Mas a vontade de fazer de novo logo reapareceu — e persistiu. Os dois foram aprimorando a comunicação e os acordos até ficarem completamente confortáveis com as transas.

A afronta em ser ‘O Maior Corno do Mundo’

Qualquer pessoa pode sugerir que o Guinness crie uma nova categoria. Vagner sugeriu o nome da conquista – de fato, “O Homem Mais Corno do Mundo” — e enviou as provas das mais de 100 relações extraconjugais consensuais, critério imprescindível para disputar uma vaga no livro. E sim, o casal tem provas, graças à criação de conteúdo adulto.

“Assim como Taubaté ficou conhecida como a cidade da grávida, quero que São José dos Campos seja conhecida como a cidade do corno”, diz Vagner, com sinceridade.

A vontade de ir atrás do título vem de uma revolta pessoal de Vagner. “Pensei em representar a minoria, as pessoas que vivem presas pela sociedade por quererem ser ou fazer certas coisas. Nada melhor que meu fetiche para isso, que é, sim, ser corno com orgulho.”

O preconceito vem da comunidade religiosa — mesmo que, segundo eles, padres e pastores estejam entre os compradores de seus conteúdos +18 — , mas também da família de Bella. O problema não é o fetiche em si, mas se expor por conta dele.

“Por termos um estilo de vida tido como diferente, nos olham como se fôssemos nojentos ou dizem que vamos ‘pegar doença’. Mas o que a gente mais faz é se cuidar. Fazemos os exames de 15 em 15 dias, e mesmo assim só transamos com outra pessoa com preservativo”, diz Vagner. “Acredito que nos cuidamos mais do que um casal tradicional. Tem homem que segue as normas mais de 30 anos depois descobre que tem um filho em outro lugar."

“Tenho orgulho do Vagner, porque desafiamos tudo e todos e, devagarinho, fomos fazendo as coisas do nosso jeitinho. Quando vi que estávamos no nível de um Guinness, falei: ‘Pô, amor, a gente tá nesse nível? A gente é foda pra caralho’. As pessoas achavam que iam nos humilhar, mas acharem errado”, celebra Bella.