Blog destinado aos amantes da fantasia onde suas namoradas,esposas,noivas se exibem e fodem com outros homens. Comedores e eposas safadas que curtem colocar CHIFRES em seus maridos tb são bem vindos
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Quer um relacionamento liberal, mas não sabe como propor? Mulheres adeptas contam como deram primeiro passo: ‘Vivemos abertamente nossos desejos’
O BOM MARIDO CORNO LEIA COM ATENÇÃO.
Contos de Corno >O Velho me Alugou a Casa, mas comeu minha esposa..
O Velho me Alugou a Casa, mas comeu
minha esposa..
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Como me tornei um marido liberal
Como me tornei um
marido liberal
Meu nome é Marcos (fictício), sou Promotor de Justiça em Fortaleza-CE, onde moro com minha mulher, Márcia (fictício) e dois filhos menores. Nasci em Uberaba-MG, onde passei a maior parte da minha vida, em meio a uma família numerosa e tradicional, composta quase que exclusivamente de pecuaristas. Márcia também é de família tradicional aqui do nordeste, foi educada em colégio de freiras, onde adquiriu princípios religiosos e morais bastante rígidos. Ela é muito bonita: loira natural, olhos verdes, 1,70 de altura, seios grandes e duros naturais (nunca precisou de silicone), bunda grande e arrebitada, cintura fina e pernas grossas e torneadas, que ela realça com duas horas diárias de academia. Eu a conheci quando me tornei representante do Ministério Público Estadual, aqui em Fortaleza, há mais ou menos dez anos.
Ela era advogada em início de carreira, e militava no foro local. Apesar da grande diferença de idade que existe entre nós, foi paixão recíproca à primeira vista, que culminou em gravidez e casamento, seis meses depois. Por insistência minha, ela parou de trabalhar e passou a se dedicar exclusivamente ao lar. Fui o primeiro homem na vida dela e lhe ensinei tudo o que eu sabia de sexo, que ela aprendeu rapidamente e fazia questão de praticar em todas as horas vagas, dando-me a buceta, o cuzinho e chupando meu pau em qualquer lugar do apartamento: na cama, no chão, no sofá, na cozinha, no banheiro... Ela virou uma verdadeira puta na cama, satisfazendo todos os meus desejos, a qualquer hora do dia ou da noite. Da minha parte, eu tive inúmeras namoradas e transei com todas elas.
Mesmo não sendo bonito nem superdotado (18 cm), dava muita sorte com as mulheres e não podia ver uma garota bonita que logo dava em cima dela, até comer todos os seus buraquinhos, principalmente o cuzinho, que é minha especialidade. Mas apesar do notório sucesso com as mulheres, eu era muito ciumento: se qualquer uma delas olhasse para outro homem, perto de mim, eu rompia o namoro imediatamente, sem nenhuma possibilidade de reconciliação. Por causa desse machismo e do grande número de mulheres bonitas que eu comi, fiquei bastante respeitado no meio em que vivia, e tinha muito orgulho da fama de ser durão.
Só que eu nunca havia me apaixonado de verdade por ninguém. Isso só me aconteceu com a Márcia, cuja simples lembrança do seu corpo me deixa de pau duro, até no meu local de trabalho. Se eu já tinha ciúmes das outras, sem gostar, é fácil imaginar o ciúme que eu tenho da minha mulher. E a nossa vida seria normal, se não tivesse acontecido um fato inesperado que mudou radicalmente a minha visão do mundo. E é esse fato que passo a narrar, com a intenção de ajudar os homens a compreenderem melhor as suas mulheres: no mês de julho/2009, o meu pedido de férias não foi deferido e não pude viajar com a minha família como sempre fizera. Por isso, meus dois filhos foram passar uns dias na fazenda do avô, nas alterosas. Pela primeira vez, eu e Márcia ficamos sozinhos. Até pensei que isso seria bom, pois teria mais oportunidades para usufruir o seu belo corpo, quando retornasse do trabalho. Mas eu me enganei: sem os filhos e sem viajar, ela se sentiu mais sozinha e entediada, e sem vontade de transar.
Até que recebi um telefonema de um primo meu, Marcelo (fictício), de que quem fui padrinho de casamento e sempre foi meu melhor amigo, desde a infância até a faculdade, dizendo que estava em Fortaleza, num hotel, para passar uma semana de férias com sua mulher, Lúcia (fictício), e queria me ver. Imediatamente fui ao hotel e fiz questão de que ele fechasse a conta e fosse com ela para o meu apartamento, onde poderiam fazer companhia a Márcia, e nós dois teríamos oportunidade de colocar o papo em dia. Márcia estranhou minha atitude, pois eu nunca havia levado nenhum homem à minha casa, nem parente nem colega de trabalho. Expliquei que a situação era diferente, pois ele era casado, e sua mulher estava com ele. A partir desse dia me senti mais leve, sabendo que Márcia estava em boa companhia para ir à praia e às compras, que ela tanto gostava. Quando eu voltava do trabalho, à noite, íamos os quatro para algum restaurante e, mais tarde, a uma boate, onde cada um dançava com a respectiva mulher, de rosto colado, prevendo uma grande noite de amor pela frente. Só que poucos dias depois eu notei uma mudança súbita no comportamento dela.
Ela estava mais feliz, mais solta, com mais tesão, e muito mais gostosa. Era só eu chegar em casa e ela já vinha pulando em meus braços, ansiosa, pedindo sexo, que acontecia imediatamente, com muito mais energia, com ela completamente molhada, a ponto de escorrer pelas pernas. Dizia que era saudade e eu me sentia o homem mais feliz do mundo. Mas havia um detalhe que me chamava a atenção: ela estava mais larga quando eu a penetrava, como se outro homem a tivesse comido antes de mim. Claro que eu não tive coragem de dizer isso pra ela, até porque eu mesmo não conseguia imaginar como isso poderia acontecer com uma mulher fiel e apaixonada como ela.
Terminadas as férias, meus hóspedes retornaram à sua cidade, e eu pensei que tudo voltaria a ser como antes. Mas foi ilusão. O fogo dela continuou o mesmo, mas as minhas dúvidas também. Até que um dia, não suportando mais, revelei a minha aflição, pedindo pra ela me contar o que tinha acontecido. Ela negou tudo, dizendo que eu estava louco, que ela nunca teve outro homem além de mim. E assim o tempo foi passando, até que um fato estranho aconteceu: toda vez que eu enfiava o cacete na sua boceta ou no seu cu, ou me chupava o pau até o gozo, eu continuava pensando que era o cacete de outro macho, mas só que em vez de ficar grilado como eu ficava, comecei a ficar com uma tesão louca, querendo ver essa cena de verdade. Tentei mudar, mas foi em vão. Não queria magoá-la com minhas taras, mas a minha mente me pressionava a compartilhar minhas fantasias com ela.
E isso nos proporcionou orgasmos incríveis, como se o sexo tivesse tomado conta de nós, contra a nossa vontade. Até que um dia ela me confessou tudo: que Lúcia e Marcelo eram loucos por sexo e faziam qualquer coisa para agradar o parceiro, até aceitar que ele trepasse com outra pessoa, na sua presença. E Lúcia lhe disse que Marcelo era tarado por Márcia, que trepava pensando nela e passava o dia inteiro com o pau duro, querendo comer sua boceta e seu cu. Márcia ficou impressionada: nunca havia imaginado tal situação, mas ficou muito excitada com os comentários de Lúcia. Na praia, meu primo pediu a Márcia para deixá-lo passar o bronzeador no corpo dela e ela permitiu.
E adorou: ao passar o óleo nas suas costas, ele ia descendo as mãos suavemente, até chegar na bunda dela, quando a enfiava seus dedos até roçarem sua boceta, que já estava completamente encharcada de tesão, querendo pica. No apartamento, enquanto preparava o almoço, via Lúcia manipulando e chupando o cacete dele na sala de televisão, sabendo que ela estava assistindo tudo. E ao ver o pau dele, completamente duro, Márcia ficou louca e deu gostoso pra ele, que a comeu de todas as formas possíveis, junto com a mulher dele. A confirmação de tudo que eu já imaginava me deixou louco de ciúmes. Imaginei que meu primo estava rindo de mim, pensando que eu era um corno e contaria pra todo mundo. Mas isso não me impediu de ficar com a pica dura: meu pau latejava e eu a penetrei imediatamente.
A boceta dela estava encharcada e a largura dela me deixou mais louco ainda. Durante a relação, eu implorava pra ela repetir todos os detalhes que havia me contado: o tamanho e a grossura do pau dele, se era gostoso chupá-lo, se engoliu a porra dele, se ele comeu o cuzinho dela, se ele trepava melhor do que eu e se ela havia gozado gostoso como gozava comigo. E a dor passou. E aprendi que a mulher fica muito mais apaixonada pelo marido quando ele a libera para outro macho.
E começamos a praticar com outros homens sempre que viajávamos para outra cidade (na minha cidade é arriscado: ocupo um cargo público e devo ser exemplo de moral e bons costumes para a sociedade). Mas ainda me falta realizar um desejo: o de ver a surpresa do meu primo com a minha mudança, no dia que a minha mulher chupar o pau dele, na minha frente, enquanto eu estiver gozando no cu da mulher dele.
POR AMOR FIZ MEU MARIDO CORNO
POR AMOR FIZ
MEU MARIDO CORNO
Amigos leitores, me chamo Letícia, sou uma gata
super sensual, tenho 24 anos, cabelos castanhos claros, olhos verdes, corpo bem
definido, não sou um miss mas sou bonita. Venho de uma família conservadora
onde sexo sempre foi tabu, sou tímida e recatada quando o assunto é este,
apesar de na cama ser bem quente. Casada há cinco anos com Paulo, um executivo
de 37 anos, carinhoso, romântico, alegre e de bem com a vida, somos muito
apaixonados.Desde que nos conhecemos nossa vida sexual sempre foi ótima,
transávamos todos os dias. Após nos casarmos percebi que meu marido era mais
liberal do que eu imaginava. Numa tarde de sábado, provoquei-o até que entramos
no assunto e lhe disse que eu achava que ele gostava de ser corno, após uma
breve discussão ele acabou confirmando minhas suspeitas. Disse que era liberal,
que me amava muito, mas que tinha esses desejos diferentes, de me ver na cama
com outro, e que nem por isso iria deixar de me amar ou respeitar, muito pelo
contrário nossa cumplicidade iria fortalecer nossa relação, ele não achava que
isso fosse traição, pois estaria participando, que existiam muitas páginas na
Internet, que relatavam casos de casais que tinham essas experiências e eram muito
felizes.
Fiquei emputecida com ele, ficava pensando no que minha família ou nossos
amigos iriam dizer se soubessem. Os dias se passaram e eu imaginava que ele não
me amava, ou talvez que fosse gay, ou talvez doente, sei lá mil coisas se
passavam pela minha cabeça. Para mim era impossível alguém amar e aceitar uma
situação assim. Fui então procurar informação a este respeito, na Internet , em
livros, revistas e até um psicólogo procurei. Descobri que nada de anormal
existia nisso, que não é falta de caráter, não é doença, muito menos falta de
amor, mas uma maneira diferente de encarar a vida e seus prazeres, sempre com
muito amor. Mesmo assim eu não concordava, às vezes me sentia frustrada, meio
magoada, achado que estava com o homem errado. Paulo gentil, mas insistente,
quando transávamos ele tocava no assunto e dizer imaginar ter mais um homem com
nós na cama. Com o passar do tempo fui aceitando algumas mudanças e compramos
até um vibrador para participar das nossas, brincadeirinhas na cama. Como sou
muito envergonhada disse que não teria coragem de estar com outro na sua
frente. Foi quando ele me falou que se eu me sentisse mais à vontade, poderia
sair com outro sem ele, mas deveria lhe contar tudo em detalhes, seu grande
desejo sexual era viver uma historia assim.
O tempo passou e já com o consolo não brincávamos mais eu estava meio confusa.
Mas meu maridinho continuava a tocar no assunto depois de dois anos, acabei
concordando, mas teríamos que tomar algumas precauções. Teria que ser um homem,
bonito, gentil, e de bom nível. Também sairíamos somente uma vez, para realizar
a fantasia e para que não tivesse nem outro envolvimento.
Meu amorzinho ficou muito feliz com minha decisão. Cobinamos, que iríamos a uma
danceteria em Bal. Camboriú, pois moramos em Itajaí (SC), e se pintasse alguma
coisa poderia acontecer. No fundo eu tinha muita vontade, mas não admitia nem
para mim mesmo.
Marcamos o sábado, e fomos para uma badalada Wsqueria daquela cidade. Eu esta
com um vestido preto que deixava as costas nuas, e um decote avantajado, estava
com uma calcinha minúscula e de salto alto. O ambiente era ótimo estávamos nos
divertindo, quando percebi que no meio daquela escuridão tinha um rapaz (Rojer)
alto, forte que estava me observando, falei para o Paulo e ele me incentivou
que desse uma volta e deixasse rolar. Fui até o banheiro, quando estava
retornando foi abordada por ele que disse: como uma gata tão linda e gostosa
esta sozinha, respondi: estou com meu marido, Rojer meio sem jeito falou: ele
não se importará de dançar comigo um pouco, não chequei nem a responder e ele
me arrastou para a pista de dança. Logo tocaram um forró, ele me agarrou bem
juntinho e pude perceber que estava de pau duro e por sinal era enorme, como
não houve resistência uma, mas severa começou a beijar levemente meu pescoço, e
percebeu que eu fiquei toda arrepiada. Deslizava suas mãos pelas minha costas e
às vezes se atrevia passar por meu bumbum. Olhei e vi que meu maridinho só nos
observava de longe. Neste momento Roger me perguntou: Teu marido não tem
ciúmes? de a sua gata estar dançando com outro? Respondi: Tem, mas controlado.
Roger: Eu adoraria passar uma noite inteira com você, iria te levar as nuvens,
queria te beijar inteirinha, te fazer delirar! Neste momento passei levemente a
mão sobre sua calça e pude sentir o real tamanho daquele pau, falando que meu
marido era bem liberal e que quem sabe poderíamos estar alguns momentos juntos.
Convidei-o para irmos até a mesa onde esta o meu já quase corninho. Eu estava
muito exitada, nervosa, com vergonha, não sabia direito. Já na mesa após as
apresentações, enquanto bebíamos umas cervejas Roger por baixo da mesa passava
a mão na minha perna e aos poucos foi subindo até minha bucetinha que já
latejava e estava encharcada de tesão. Paulo percebeu minha excitação e foi ao
banheiro, demorou um pouco quando voltou me pegou com a vara do Roger em minha
mão. Agiu discretamente, me deu um longo beijo e disse: Vamos para um lugar
mais à vontade, convite que aceitei na hora. Chegamos no motel todos calados,
nervosos, entramos na suíte, meu marido deixou tudo quase escuro e foi colocar
a banheira encher, quando ele voltou eu esta nos braços do nosso amigo (que já
estava só de cuecas) em um longo beijo, olhei para o meu marido e disse, não se
preocupe ele esta louco para ser corno, vem meu amor veja. Fiquei de joelhos na
frente daquele gato lindo, tirei seu pau para fora e quase tive um susto, era
maior do que eu pensava tinha 20x06. Comecei a mamar naquela vara como uma
cadela no cio dizendo: “Olha meu amorzinho veja o tamanho do pau que vai te
fazer corno, é grosso, lindo, cabeçudo, bem como eu gosto, mas de hoje em
diante terá que ser bem mansinho vem cá”. Quando ele se aproximou enquanto
chupava nosso novo amigo, segurei o pau do meu marido que já estava duro como
ferro, para provocá-lo falei: “Isto que é vontade de ser corno, já esta de pau
duro”, e comecei a revezar chupando os dois. Eles me colocaram na cama,
enquanto Roger enfiava seus dedos em minha bucetinha e lambia meus seios, Paulo
meu marido me beijou ardentemente, olhando nos olhos dele perguntei: Tem
certeza é isso mesmo que você quer? Acenando com a cabeça num sinal positivo
disse: “Hoje será como você quiser minha putinha gostosa”. Envergonhada como
sou naquela hora me transformei. Como uma verdadeira puta, gemia, gritava,
pedia pau, ouvindo Roger dizer, “Nossa meu amigo, tua esposa é uma gata
gostosa, linda, cheirosa, hoje vou te ensinar como se fode vadia tesuda”,
Fiquei de quatro na cama, meu maridinho chupava minha xoxotinha enquanto eu
mamava no cassete do nosso convidado. O Pau dele mau cabia em minha boca. Meu
corninho entusiasmado olhando dizia: “Mostra pra ele o quanto vc gosta de uma
vara dura minha vadia tarada. Já estava toda molhada, fiquei mais melada ainda
ouvindo meu marido falando daquele jeito pra mim”, pedia pau Então fiquei de
quatro na cama, Roger colocou uma camisinha no seu caralho enorme e veio para
trás de mim. Pedi para o meu amorzinho corno: “Você não queria ver então vem
meu chifrudo abre minha pereca e pede para o meu comedor meter forte e bem
gostoso; “, meu marido veio abriu minha pererequinha e disse “ Vai seu pauzudo,
mete nessa buceta, enfia tudo, ela adora abrir as pernas e levar pau, enfia até
as bolas, faz ela gozar que nem uma cadela”. Ele encostou a cabeça e começou a
forçar a entrada, doía um pouco pelo tamanho do cassete, mas aos poucos foi
entrando, até que eu já sentia as bolas batendo em minha buceta. Neste momento
eu delírio já havia gozado duas vezes com aquele caralho enorme entrando e
saindo da minha bucetinha, já tinha perdido a razão, Roger enfiava tudo
enquanto eu chupava meu maridinho, vendo como ele estava feliz disse: “Não era
isso que você queria meu corninho, olhe, veja bem eu rebolando neste cassete
gostoso”. Foi só eu dizer isso e ele encheu minha boquinha com seu leite
gostoso, em seguida Roger me fez sentar em seu colo, eu sentia aquele macho me
penetrando e me agarrando e em seguida nós gozamos.
Após um delicioso banho, voltamos para cama e Roger pediu que queria comer meu
cuzinho, não deixei e meu corninho concordou, pois eu poucas vezes havia dado o
rabinho. Falei para meu maridinho corno, fica agora só olhando. Fizemos um 69
eu e Roger depois ele me fodeu em várias posições, gozei mais três vezes, com
meu maridinho olhando.
Saímos do motel nos despedimos e nunca mais vimos Roger. Apesar da vergonha que
sinto, me diverti muito, venci barreiras e cada dia que passa eu amo mais o meu
corninho, ele está sendo o melhor marido do mundo, estamos pensando em outra
oportunidade repetir a dose. Mas agora meu corninho aceitou que tem que ser bem
mansinho. Hoje moramos em Florianópolis (SC) e desejo conhecer homens neste perfil
para que possa junto comigo convencer meu maridinho a viver outra aventura.
Minha esposa para todos mesmo
Minha esposa para todos – todos mesmo
estive fora por muito tempo e devido ao excesso de trabalho, nunca mais escrevi
nossas aventuras. porém, eu e meu marido voltamos e gostaríamos de dividir com
todos um resumo de nossa vida, que escrevemos a algum tempo, num período muito
excitante de nossas vidas.
Para melhor leitura vamos enviá-las como aconteceram... em 3 partes, todas
escritas por meu marido!
Minha esposa para todos (parte 1) " farei uma pequena introdução para que
os fatos que passo a relatar a seguir não pareçam tão inverossímeis como
poderiam parecer a primeira vista, mesmo porque trata-se da mais pura verdade e
tudo foi detalhado dentro do máximo de realidade possível. conheci minha atual
esposa a 10 anos numa situação bastante interessante. ela, recém separada,
estava namorando com um rapaz nissei, que lhe deixava muito a desejar, como
logo percebi. pensei que eram apenas namorados na ingenuidade dos meus 20 anos.
mais tarde descobri que seu namoro ia muito além do que eu imaginava. descobri
também que embora ela só revelasse um namorado, possuía 2 casos paralelos (isto
mesmo- dois homens que a comiam, nas horas de folga, quando o nissei não aparecia).
com estas descobertas, que só ocorreram uns 8 anos depois de casado, entendi o
porque ultimamente minha mulher estava tão insatisfeita. afinal, pelo que eu
tinha conhecimento, fazia já 8 anos que só transava comigo. e embora seja meio
tarado, não sou nada dotado. comecei a insinuar-lhes coisas, mesmo porque
gostaria que ela percebesse que eu não a queria triste, muito pelo contrário,
queria ela plenamente realizada. passamos a freqüentar um local dançante, visto
que ela sempre gostara de dançar. passei a tentar recuperar o tempo perdido,
fazendo coisas que a muito deixara. numa noite, antes de ir para este clube,
enquanto nos arrumávamos no banheiro pedi que ela trocasse a calcinha e
colocasse outra bem mais sensual. de imediato ela perguntou porque se era eu
mesma que a tiraria depois. respondi que nunca se sabe e ela ficou super
curiosa. questionou o que eu queira insinuar e disse-lhe que nada. apenas que
ela tinha carta branca para fazer o que quisesse. "_mesmo?!!!" - ela
perguntou interessada. "_claro." disse-lhe. e ela disse que não
acreditava. o assunto morreu ali e saímos para o clube. 2 semanas se passaram e
comecei a notar que ela agora se arrumava bem mais para ir ao clube e até
apareceu com calcinhas transparentes e abertas que nunca tinha usado. cada
semana era uma calcinha nova. nada disse e continuei a observá-la. até que uma
noite, muito excitado eu voltei a provocá-la. "_nossa que calcinha
transparente. nunca saiu comigo tão provocante." disse-lhe. "_é?"
ela falou insinuante, e só isso. "_será que eu estou merecendo tudo
isto?" perguntei também lhe insinuando. "_quem sabe não é para
você." ela arriscou. "_é. e se não for pra mim pra quem seria?"
"-não sei. quem sabe para alguém no clube. quem sabe." "_não me
diga que você tem um pretendido pra te comer esta noite?" "_não. é
claro que não. mas, como você diz sempre vai que pinta." "_é. é verdade."
eu disse e encerrei o diálogo sem nenhum pingo de ciúme. tinha certeza que ela
estava jogando o verde e eu lhe dera o maduro. naquela noite ela dançou solta e
leve. abraçava-se e rebolava no braço de outros com muito libido, com tesão. e
no fim do baile voltamos junto para casa como se nada tivesse acontecido.
passamos a freqüentar regularmente o clube. já não faltávamos um final de
semana e posso dizer que ela se tornou aguardada no local. sempre dançava
deliciosamente com todos que a convidavam. sem preconceitos. chegava a dançar
com dois ao mesmo tempo quando a música assim permitia e devo dizer que com
quem ela menos se esfregava era comigo. no entanto não passava disto. tenho
quase certeza que diversas vezes ela quis sair dali com outro homem.
entregar-se para algum com quem dançara. mas, não passava de amassos. bem até
que numa noite de sábado ela começou a dançar com um rapagão de uns 20 anos
mais ou menos e passou a noite toda com ele. ao voltar para a mesa, quando
notei que ele fora ao banheiro, perguntei-lhe: "_então, ainda vão dançar
por muito tempo?" "_não sei. o tempo que ele quiser. estou nas mãos
dele." "_mesmo? então é mais sério do que eu pensava."
"_não. é claro que não. ele só é sensual. é gostoso estar colada
nele." "_ então porque vocês não vão pra um lugar onde poderão se
grudar muito mais." finalmente eu sugeri. percebi um brilho em seu olhar e
num sorriso ela quase se entregou: "_mesmo? você deixaria? você não se importaria?"
"_é claro que não. desde que você queira. que vá te fazer feliz."
"_é claro que eu quero!" entregou-se ela. já totalmente excitada.
"_então. traga-o para cá. vou levá-los a um motel." aquela foi a
frase mágica. não demorou 5 minutos e ela já o havia convencido. bastante
tímido, eu diria até temeroso, o rapaz aproximou-se me cumprimentou e como que
me observando se eu aprovava ou não pediu desculpas por monopolizar minha
mulher naquela noite. fiz de desentendido e perguntei-lhe: "_e então, onde
deseja que os leve?" fomos para o motel mais próximo do clube. a menos de
10 minutos dali, mas foi o suficiente para minha mulher que sentara-se atrás
com seu amante chegar quase nua no motel. deixei-os e voltei sem dizer palavra.
nos outros 10 minutos que me afastavam dali até minha casa mil pensamentos me
passaram pela cabeça, embora tinha certeza que nenhum reproduziria o que se
dava naquela suite de motel. só sei que 4 horas depois o telefone tocou em
minha casa. era minha mulher pedindo que eu a buscasse de volta. antes de
voltarmos ainda levamos seu amante até em casa, e pude apreciar como agora ele
estava sem cerimônia, totalmente entrosado à situação, tanto que ao beijar
minha esposa em despedida, o fez sem nenhum pudor, aproveitando para subir-lhe
o vestido, embora estivesse na frente do portão e expôs sua bunda ao público,
aquela hora da madrugada, o público era eu, fazendo questão de arregaçar-lhe o
rego, como que a dizer, veja a abertura que deixei no meio dele. eu poderia ter
ficado irritado, mesmo porque o combinado seria que ela me contasse todo o
ocorrido no motel e durante todo o trajeto ela nada falou e nada disse ao
chegarmos em casa. apenas me beijou alucinadamente, puxando-me para a cama e
transamos como nunca antes tínhamos feito. foi maravilhoso comer minha
mulherzinha puta totalmente arreganhada.
mandem seus comentários. ficaremos muito felizes!
email: esposadevassa@hotmail.com