Minha mulher em nossa lua de mel
Este caso acontece tem quatro
ininterruptos anos. Somente agora tive coragem de contar para os Amigos
leitores deste Site essa História de amor, paixão, traição, cumplicidade e
tesão, que tenho vivido com minha e querida mulher Heloísa. Tenho atualmente 30
anos. Quando começamos a namorar eu, Raphael tinha 24 e Heloísa 21 anos
respectivamente. Estranhava muito o fato dela ser ainda virgem, pois havia
namorado durante dois anos um outro rapaz com fama de comedor.
Helô (assim eu a chamo
carinhosamente) é uma mulher bonita. Muito bonita mesmo. clara, metro e setenta
e dois, sessenta quilos, dentes lindos, cabelos longos, olhos esverdeados. Belo
par de seios, bicos rosados, salientes, médios para grandes, redondos, bem
firmes, uma bunda saliente e muito bonita. Tem uma bocetinha pequena e
totalmente depilada. Não é uma miss, mas é uma mulher que chama a atenção.
Quando entrávamos na conversa de
sexo, ela se mostrava aberta, liberal, até libertina. Falava de tudo. Dizia que
queria ser completa para seu futuro marido. Que seria fiel porém, seria bem
putinha na cama. Mas se se descobrisse traída, pagaria, sim com a mesma moeda.
Era seu desejo como Mulher. E me contava que o antigo namorado insistia muito
para transarem, mas ela não se via preparada. Sentia imenso tesão nos amasso
que davam, mas também sabia que ele não seria o homem que idealizava como
marido. E dizia que ele seria, sim, um bom amante, não um bom marido, pois ela
sonhava com estabilidade, conforto, poder dar educação aos filhos e isso ela
não conseguia enxergar nele. Mas o tesão vivia estampado em suas faces durante
os amasso. Mas se controlava.
Ponderando entre o tesão e a razão,
ficou com a razão. Por isso o deixou quando sentiu que ele não era lá muito
ligado aos estudos, à família e ao serviço. Valeu como experiência, pois foi
seu primeiro namorado firme mesmo.
Nos conhecemos num casamento de
amigos, em 20 de setembro de 2002. Ela estava sozinha fazia já uns quatro meses
e eu havia rompido fazia três meses um relacionamento de quase dois anos
também. Nosso namoro foi de vento em popa e em seis meses ficamos noivos. Ainda
não havíamos transado. Dávamos mil amasso também, chupava seus seios, ela
ficava tesuda, me masturbava e adorava me ver gozando, com a porra saindo forte
e grossa. Era isso.
Certa noite, sozinho em casa, ela
havia ido passar o final de semana na casa de uma prima, fiquei navegando a
esmo em Salas de bate-papo na internet, depois, meio que por acaso, entrei numa
sala onde se falava muito de sexo e conversei com alguns homens que diziam ser
liberais. Deixavam a esposa, ou a namorada terem um ou dois amantes. Viviam
felizes. Não havia, no falar deles, traição. Mas uma boa dose de cumplicidade e
tesão.
Conversei muito mesmo. Também
conversei com mulheres que diziam ser casadas e tinham amantes com anuência
total do marido. Duvidei de muitos... cheguei a duvidar mesmo que tal coisa
acontecesse.
Mas gostei da conversa, fiquei
excitado e outras vezes mais entrei na sala para conversar e até fiz alguns
amigos virtuais, entre eles Fernando, que me fez acreditar na veracidade dos
fatos, e não na fantasia apenas de muitos ali.
Ele me dizia assim: imagine só você
chega em casa, sua mulher linda está se preparando para sair com o amante.
Veste uma roupa ousada, a lingerie mais sensual; sorri maliciosa, diz boa noite
para você, dá um beijo e sai. Volta depois de duas ou três horas satisfeita,
feliz, conversa normalmente. Se você perguntar, ela fala o que fez. Se não
perguntar, não diz nada. Depois ela dormindo e você vê as marcas nos seios, um
ou outro apertão... se o amante é o fixo, portanto de plena confiança eles
transam sem camisinha mesmo e ela de propósito deixa a calcinha toda melada
para você ver... E se depois você transar com ela vai sentir a umidade e com
certeza o cheiro e o sabor de outro homem. Existe a cumplicidade. Não existe
maior tesão do que isso. Saber, imaginar, sonhar. O ver não é interessante.
Perde o encanto.
E ele me dizia que era casado fazia
quatro anos com Lívia, uma linda mulher. Viviam felizes. Desde o tempo de
namorados ele lhe dava liberdade. Inclusive dizia que na própria lua de mel
houve uma saída dela com seu total conhecimento e aprovação. E me dizia que
tais saídas revigoravam o amor, a cumplicidade e o próprio casamento.
Sei que comecei a imaginar Helô tendo
um caso também, saindo com outros homens com minha total anuência. Fiquei de
pau duro.
E Fernando me perguntou: você não
fica excitado em pensar nessa possibilidade? E eu lhe disse que sim, que ficava
de cacete duro em imaginar essas coisas. Então me disse que eu tinha uma
propensão muito grande em ser corno manso. Mas precisava aceitar essa situação
para depois vivê-la intensamente sem medos, culpas ou traumas. E senti que ele
descobria coisas de mim que eu mesmo desconhecia. Ele perguntava e eu respondia
sim, sim, sim... às suas inquisições.
Começamos a conversar quase que
diariamente e eu demorei a compreender esse tipo de prazer mas, passados dois
meses e sabia perfeitamente o que queria. Queria mesmo ser corno manso! Mas me
faltava agora a coragem para falar Heloísa sobre isso. Como falar. Ela poderia
brigar, até mesmo terminar nosso noivado. Me considerar um pervertido, um
desequilibrado, até. Mas eu pensava e ficava de cacete duro. Me masturbava
pensando e imaginando Helô transando com outros... o tesão atingia as raias do
absurdo. Precisava, sim, ter coragem para falar com ela... e também não ter
vergonha. Fernando me ajudou e me deu dicas.
Certa noite o assunto entre mim e ela
rolou e descambou para o sexo e fui falando, meio pelas laterais, muito
reticente, e fui insinuando o que sonhava ou desejava que de fato acontecesse.
E disse que achava interessante viver assim dentro da cumplicidade e da
confiança total. Armei a teia e ofegante e nervoso, teci considerações sobre
prazer, confiança, cumplicidade. Ela fez muitas perguntas, sondou o terreno me
olhou tanto assustada e também com dúvidas me disse: amor, você está querendo
ser um corno manso? É isso que meu lindo quer?
Confesso que ao ouvir ela dizer Corno
Manso, ao tempo que me deu um tesão inimaginável, também me deu um misto de
ciúme e vergonha. Na hora não sabia onde enfiar a cara, para onde olhar. Mas
meu cacete ficou duro e quase gozei. Tentei mudar o assunto mas ela quis
continuar. Me perguntou novamente: amor, olhe bem nos meus olhos e diga: você
quer ser corno manso? Pelo que falou estou imaginando e somente imaginando por
enquanto, é exatamente isso. Sua conversa está intrigante.
Disse a ela que estava sentindo uma
sensação esquisita. Ela riu e disse: você sentiu tesão com essa possibilidade,
não sentiu? Gostaria que eu transasse para outro? Fiquei quieto. Não sabia o
que falar. Ela ficou alisando por cima da calça meu cacete e ficou falando
coisas deliciosas. Melei-me todo gemendo e gozando. Ela adorou.
Depois mudei de assunto, ela também
parou de falar. Mais tarde voltei para casa, liguei o computador e fui falar
com meu amigo Fernando. Disse a ele que havia insinuado para minha namorada de
minhas vontades e meu desejo em ser corno manso. Ele me deu os parabéns. O
início foi muito melhor do que eu podia imaginar. Ela não me achou louco,
pervertido, tarado.
Falei também que estava confuso e ele
clareou minhas ideias e fez vir em mim todo o desejo em ser corno manso. E eu
confirmei categoricamente a ele: sim, eu quero ser corno manso! Havia apenas um
problema: Helô era virgem, pensávamos em nos casar logo e até então pensava que
iria tirar sua virgindade na noite de núpcias apenas. Esse pacto entre mim e
ela já estava estabelecido. E Fernando me disse que depois de casado teria
tempo para isso, que não precisava pressa. Que minha namorada já havia sacado.
Como ele aconteceu de forma parecida, mas eles já transavam durante o namoro.
Foi mais fácil. E ela começou a sair com outros homens sempre sozinha.
Passei a procurar na net alguma coisa
mais e de fato encontrei muitos casais liberais. Encontrei este site de Contos
Eróticos e li umas boas dezenas deles que falavam de traição e cornos.
A cada conto lido meu cacete ficava
duro e eu chegava a gozar em imaginar Helô transando com outro. Decidi que
faria nova abordagem com ela sobre o assunto.
Assim foi que num restaurante
jantando, voltei ao assunto. Ela riu e sapecou: o meu amor está querendo ser
corno manso. Olha que aceito sua decisão e entrego meu corpo e minha virgindade
para outro antes de nos casarmos. Você já vai corno para o casamento... Ela
falou isso e meu cacete parecia estourar dentro da calça. Ela percebeu e sacana
mesmo apalpou meu cacete e disse: não acredito, meu homem é um corno manso.
Bem, ela disse, ainda não é, mas sei que vai ser. Vai ser um corno manso
orgulhoso de sua putinha. Vai ostentar com orgulho cada chifre. Mas não vou
admitir isso de sua parte. Se um dia você fizer isso, te deixo na hora. Não
quero ser corneada. Apenas cornear.
Depois dentro do carro conversamos
mais e então ela tirou meu cacete para fora e ficou alisando bem gostoso e me
dizendo coisas sacanas sobre o assunto. Gozei forte. Ela adorou e disse: nunca
vi tanto tesão assim. Que corno manso arrumei. Te amo.
De tudo o que já havia lido e
conversado com outras pessoas na net, perguntei a ela, seriamente, se teria
coragem disso.
E ela me disse que sim, se fosse para
nos dar prazer e nos fazer felizes, ela colocaria chifres em mim, sem culpas e
medos. Me senti aliviado.
E perguntei: quem seria o felizardo?
Ela me disse que também não sabia,
mas iria encontrar um macho para tal acontecimento. Não seria difícil ela me
disse. E riu sacanamente, deixando no ar tudo o que um dia poderia vir a
acontecer.
Também falei a ela que sequer
imaginava, mas o acaso poderia a acontecer. Disse porém, que não gostaria que
fossem ou seu antigo namorado, muito menos pessoas de nosso relacionamento. Ela
concordou.
Depois ficamos falando mais e disse
que estava conversando muito com um cara na net, que também era casado e a
esposa dele tinha um amante há mais de 4 anos, falei que descobri esse desejo
meio por acaso, mas sim, eu queria, sim, ser corno manso, mas também não
saberia dizer com quem.
Ela me perguntou sobre esse meu
amigo. Falei que ele morava em outra cidade, no litoral, tinha 38 anos, era
culto, inteligente, e ela disse que gostaria de conhecer esse meu amigo também,
falar com ele na net e descobrir mais coisas a respeito.
Naquela mesma noite eles se
conectaram numa sala e eu em casa também fiquei junto. Às vezes ela falava no
reservado e ele me repassava o que ela havia falado. Percebi que a conversa
entre os dois estava bem animada. Fernando seria um ponto de apoio para a
realização de meu desejo.
Durante um bom tempo eles se falaram
muito, e entre mim e ela o relacionamento ficou mais cúmplice, mais maduro,
mais firme. Às vezes o assunto rolava e ela me dizia que havia falado com o
Fernando boa parte da madrugada. Estávamos noivos e decidimos nos casar. Ela continuava
virgem.
Nos dias que antecederam ao nosso
casamento, ela me falou que estava muito feliz ao meu lado, que estava mesmo
muito feliz, e iria me fazer o homem mais feliz do mundo, mas ainda faltava um
item para nossa felicidade ser completa. Eu perguntei o quê e ela rindo bem
sacana disparou: falta fazer de você um corno manso! E dizendo isso alisou
minha testa e disse: quero plantar muitos chifres no meu amado.
Meu cacete ficou duro na hora e eu
perguntei se ainda não havia sido e ela disse que não, mas estava perto o dia,
pois somente depois de casada ela faria isso. Suspirei aliviado por sua
fidelidade e perguntei com quem seria e ela disse: oras, que tal com o
Fernando, o seu amigo da net? Seria uma possibilidade, talvez. Estamos
conversando muito e talvez com ele inaugure os chifres em você, meu amor! nada
melhor que um corno manso para fazer outro corno manso!
Ela falando isso e eu gozei nas
calças. Ela percebeu, riu e disse: calma, meu amor, fique tranqüilo, você vai
ser corno logo, antes mesmo do que pensa ou imagina. Você quer que eu te conte
antes ou depois do fato consumado? Mas garanto, querido, será somente após
nosso casamento. Quero me casar virgem.
E eu lhe disse que ela é quem
decidiria.
Ela falou: está bom, vou pensar se te
falo antes ou depois. Ou na hora mesmo... quem sabe te conto enquanto estiver
plantando os chifres em você... mas será depois de nosso casamento, fique
sossegado quanto a isso. E eu fiquei. Sonhava com nossa lua de mel, nossa
primeira noite e depois com o primeiro chifre.
Nos casamos em 11 de junho de 2005
Naquela mesma noite, após a festa, fomos de viagem para nossa lua de mel. Como
havíamos decidido ir para Porto de Galinhas, em Pernambuco, fomos de carro até
São Paulo e pegamos o avião logo de manhã. Estávamos felizes. A cumplicidade
estava estampada em nossas faces. Não falamos sobre o assunto mais.
Chegamos a Recife na tarde de 12 de
junho, dia dos namorados. Alugamos um carro e fomos até Porto de Galinhas, onde
durante dez dias, curtiríamos nossa Lua de Mel.
No hotel descansamos até a noite, que
chega logo no nordeste, diferente daqui do Sudeste. Acordamos, tomamos um
banho, saímos para jantar.
No restaurante Helô me fala que está
chegando o momento de ser inaugurada e me fazer corno manso. E eu lhe disse que
sim, que estava ansioso. E ela sapecou: então se prepare que vai ser logo. Meu
cacete ficou novamente duro. Ela riu. Eu fiquei vermelho. Ela me acariciava, me
beijava e dizia: meu amor, meu homem, meu marido vai ser corno manso. Que
delícia! Você acendeu a puta que havia dentro de mim. Se prepare que vou
plantar muitos chifres na sua testa, meu amor, falava ela amorosamente.
Depois perto das onze da noite
decidimos voltar para o hotel onde pensei que iríamos ter nossa primeira noite.
Que ledo engano o meu!
Ela entrou no toalete, se arrumou
toda, ficou linda, muito linda, deslumbradoramente linda! Colocou uma roupa
sensual, toda preta, longa, decotada, um sutiã que delineava seus seios, uma
calcinha que evidenciava sua bunda. Eu estava deitado esperando-a. Veio até mim
sorrindo, falando baixinho e de forma meio rouca eu te amo, meu querido... Eu a
abracei, a beijei, comecei a alisar seu corpo lindo, tentei tirar suas roupas,
meu cacete estava duro, muito duro, mas ela se safando disse: calma, meu amor,
você somente vai ter este corpo quando estiver com a testa enfeitada!
Retruquei e disse que era nossa lua
de mel, que estávamos somente nós dois ali, mas ela disse que sim, estávamos em
lua de mel, mas para que o início fosse mesmo como iria ser sempre, eu deveria
ter a testa com meus cornos antes.
Perguntei se iríamos ficar ali dez
dias sem fazer nada, mas ela riu. Não, querido, não, meu amor, vamos, sim, mas
não hoje. Amanhã somente. Hoje você vai ficar aqui quietinho, não vai sair do
quarto. Eu vou sair e não queira ir atrás me procurar. Vou sair com o Fernando.
Vou dar para ele primeiro.
Sentei na cama com um jeito
estatelado! Como? Perguntei.
Ela riu. Meu amor, o Fernando está me
esperando numa suíte ao lado. Não posso decepcioná-lo. Falei há dois meses para
ele dessa minha decisão e ele veio aqui passar uns dias neste mesmo hotel. E
ele vai fazer duas coisas: me tirar as virgindades e inaugurar seus chifres.
Ela disse isso e olhou para meu
cacete que saía fora do calção e estufava meu roupão. Viu, meu amor, que tesão
você está sentindo? Duvido que haja outro homem no mundo que tenha um início de
corno como vai ser o seu. Marquei com ele meia noite, agora são onze quarenta e
cinco. Quer me dizer algo mais enquanto termino de me preparar para seus
primeiros chifres.
Fiquei calado. Ela pulou da cama,
voltou-se em frente ao espelho e ficou ultimando sua pintura de forma sensual e
provocativa. Estava linda!
Passaram-se mais dez minutos, ela vem
até mim, me dá um guloso beijo, apalpa meu cacete que continuava duro como
pedra. Diz apenas: ele vai saber ficar assim quando for a hora dele! Me espere,
amor! abriu a porta e saiu com passos firmes, rebolando sensualmente.
Estava deitado e continuei deitado.
Em estado catatônico mesmo. Meu cacete não amolecia. Não quis me masturbar.
Tudo era uma imensa loucura. Mas meus sonhos e desejos iriam ser realizados.
Estava feliz.
Liguei a televisão. Deu meia-noite,
uma, duas horas. O interfone toca. Atendo. Era ela. Oi, amor, passe a mão na
sua testa e me diga se os chifres já apontaram na sua cabeça.
Eu perguntei onde ela estava e ela me
disse que estava pertinho, bem pertinho. Se eu não havia ouvido seus gemidos de
prazer. Perguntou se eu estava feliz e disse-lhe que sim. Perguntou se eu a
amava e lhe disse que mais do que tudo no mundo eu a amava. E também disse que
sentia já os chifres apontando. E ela riu e me disse que eles iriam aumentar
mais um pouco antes dela voltar. Fiquei orgulhoso e feliz com minha mulher.
Quatro e meia da manhã. Já havia uma
tênue luminosidade quando ela abriu a porta, sorridente, linda, toda mulher e
veio me beijar. Dizia que me amava muito, que eu era o homem de sua vida, o seu
amor lindo, e seu marido corno manso!
Tentei algo mas ela se disse cansada
demais, que estava dolorida por sua primeira vez que na verdade foram três
vezes, e que iria dormir.
Foi à toalete, colocou um roupão e
praticamente desmaiou.
Sei que dormi também. Acordamos hora
do almoço.
Meu cacete continuava duro. Ela foi
tomar banho. Depois fiz o mesmo e saímos para almoçar. Estava ali, com minha
mulher em lua de mel e havia sido chifrado na primeira noite. Ela havia
entregado sua virgindade para outro! Me senti o maior dos cornos do mundo!
Não tocamos no assunto. Não
precisava. Era a tal cumplicidade que tanto o Fernando havia falado.
Voltamos ao hotel três horas da
tarde. Entramos na suíte e ela veio para cima de mim me oferecendo seu corpo.
Quando fui chupar sua bocetinha ela gemeu e disse estar dolorida, mas chupei e
senti seu sabor. Estava toda com os lábios vermelhos. E pela primeira vez
tivemos nossa transa. Ela bem sacana dizia coisas picantes, tipo: dei para o
Fernando, pus chifres em você, meu corno manso. Ele abateu meu cabaço. Quer
saber como foi? Quer saber os detalhes? Chupei o cacete dele, ele me chupou
muito. O cacete dele me invadiu inteiro. Ai, doía e ele enterrava mais forte.
Sangrou um pouco. Gozei muito. Ele encheu minha bocetinha com seu gozo. E me contava
mil coisas... como tinha sido, dizia que o cacete dele era grande e grosso, que
foi uma delícia. Mostrava os seios todos marcados de chupadas e me chamava
apenas de corno manso.
E assim ela falando gozei forte
dentro dela. Acredito que minha porra se misturou à porra dele, com certeza.
Um pouco mais e fodemos novamente.
Dormimos até oito da noite.
Saímos para jantar e onze da noite
voltamos para nosso hotel. Tomei um banho demorado e ela fez o mesmo e
novamente saiu lindamente, sensualmente vestida. Olhei-a em silêncio e ela me
disse:
Amor, o Fernando vai ficar aqui mais
dois dias. Não é justo ele ficar sozinho. Além do mais ele ficou de inaugurar
meu rabinho hoje e estou louquinha para isso. Me espere como ontem.
E assim dizendo abriu a porta e saiu
me deixando sozinho, com o cacete duro e melado.
O interfone toca pouco tempo depois.
Atendo e ela me diz gemendo e ofegante: corno manso, o Fernando está
inaugurando meu rabo! Passe a mão na testa e me diga se os seus chifres estão
enormes. Eu respondi que eles estavam enormes e pontudos, lindos mesmo. E ela
sapecou ofegante: Não vá querer me ferir com eles depois...ai, ai, ai, ai, como
é grande o cacete dele, como dói, como está gostoso! Está entrando inteiro,
amor, que delícia dar o rabinho. E gemia alto e eu ouvia o macho fodendo-a com
vigor.
Voltou novamente de madrugada e me
encontrou acordado e com o cacete duro. Riu e passou a mão na minha testa
dizendo que os chifres estavam mesmo enormes e lindos. Pena que não apareçam em
fotografia... ela disse. Como a noite anterior adormeceu.
À tarde acordamos, fomos almoçar e
depois voltamos para nosso quarto. Pude finalmente comer o cuzinho de minha
mulher. E enquanto juntos ela ficava me dizendo que o Fernando havia arregaçado
seu cuzinho. Que ele fora o primeiro, que havia também ali inaugurado os
chifres do corno manso. E dizia que ele havia gozado dentro. E gemia, gozava e
me chamava de seu corno manso querido.
À noite ela saiu novamente para se
encontrar com seu amante e deixou claro que passaria a noite toda com ele. Eu
deveria dormir, e na manhã seguinte eles iriam para a praia contígua ao hotel.
Eu deveria ir me encontrar com eles lá.
Foi difícil dormir. O interfone tocou
três vezes. Quando estava dando a bocetinha, depois o cuzinho. Somente no
último telefonema o Fernando falou comigo. Engraçado: era a primeira vez que
falávamos ao telefone e eu nem sabia direito como ele era fisicamente.
Mas ele falava comigo e dizia que a
Helô não podia falar pois estava com a boca cheia de cacete. Ele perguntava se
era bom ser corno manso e eu lhe agradecia pelo prazer que ele estava me
proporcionando. E eu ficava ouvindo ele falar e ela gemer, até que ele urrou
alto e dizia a ela: bebe tudo, bebe tudo, safadinha, não desperdice nada... a
Heloísa está bebendo sua primeira dose de porra. Estou fazendo dela uma puta
completa. Como merece ser. E você é um corno especial, meu amigo. Depois ele me
deu boa noite. Eram mais de quatro horas da manhã.
Acordei nove horas. Tomei um café
rápido e fui para a praia me encontrar com eles.
Como ninguém nos conhecia. Eles
ficaram juntos o tempo todo, parecendo marido e mulher eu ali ao lado de cacete
duro e melado.
Depois ficamos conversando sob um
guarda-sol e ela enroscada nele. E ela me dizia coisas picantes. Dizia que iria
continuar a ser amante do Fernando e iria me botar muitos chifres mais. Disse
que estava adorando trepar com o Fernando durante a lua de mel e que estava
também adorando dar para mim. Estava satisfeita de tanto trepar. Que deveria
era ter feito isso há mais tempo, mas que me preparasse pois eu não passaria em
portas altas sem ter que abaixar a cabeça. Ela falava isso e ele ria e a
acariciava...
Tardezinha nós voltamos para o hotel
e ela ficou com ele ainda para uma despedida. Sei que uma camareira percebeu o
que acontecia. Quando passei por ela riu e perguntou se eu era corno manso. Eu
disse que sim, que era, sim, e estava orgulhoso por isso e em dez minutos de
conversa falei a ela tudo o que estava ocorrendo. Depois me disse que precisava
ir e me chamou de corno manso. Adorei.
Na frente do hotel era já noite
quando ele se foi. Mas se despediram aos beijos e marcaram novos encontros para
breve em nossa cidade. Um motorista de bugg olhou a cena e riu... acho que
entendeu a coisa...
Então curtimos nossa lua de mel
maravilhosa. Foram mais sete dias onde transamos muito, muito mesmo. Ela estava
radiante. Nas nossas transas me falava do Fernando, de como ele havia tirado
seus cabaços, como havia bebido sua porra e eu gozava cada vez mais forte.
Faz quatro anos que nos casamos. Vivemos
felizes e em harmonia. Quinze dias após nosso retorno e ela me telefona dizendo
que vai chegar um pouco mais tarde. Era o primeiro chifre em nossa cidade.
Para terminar: Esta é uma história
verdadeira. Heloísa ainda mantém seu caso com Fernando. Nunca os vi transando.
Acho que o mais importante do que ver, é saber. Imaginar. Eu nunca a traí e nem
vou fazer isso. Não é o que me dá prazer. E ela largaria de mim, com certeza,
se eu pulasse fora uma só vez.
Às vezes ela diz que vai chegar mais
tarde, outras vezes, passa mesmo a noite fora. Nas minhas contas ela já saiu
com mais de 20 homens. Inclusive um negro hiper super dotado, segundo ela com
25x6cm de calibre. Ela adora trepar com ele também.
Sempre que chega em casa, larga a
calcinha no chão do quarto ou do banheiro toda empapada de outro homem. Não me
diz nada. Conversa normalmente, até. Quando vamos nos deitar, vejo seus seios
marcados, (ela faz questão de que voltem marcados sempre) se a chupo sinto o
cheiro e o gosto tão peculiar de gozo. Depois ela me abraça carinhosamente e
pergunta se sou feliz com ela... e digo que ela realiza todos os meus sonhos de
felicidade... então transamos e ela me chama de seu corno manso querido...
Quando o Fernando vem, dorme mesmo em
casa com ela e eu fico na sala de televisão, afinal ele tem todos os direitos,
pois é seu amante primeiro, quem lhe tirou os cabaços. A mulher dele é mais
liberal que Heloísa, pois sabe que ele está em casa com minha mulher. Às vezes
ela telefona, fala comigo, digo que eles estão ocupados. Ela ri e também me
chama de corno manso... e eu sou um corno manso assumido e feliz.
