Blog destinado aos amantes da fantasia onde suas namoradas,esposas,noivas se exibem e fodem com outros homens. Comedores e eposas safadas que curtem colocar CHIFRES em seus maridos tb são bem vindos

terça-feira, 7 de julho de 2026

CONTOS de CORNO >Minha mulher deu pro motorista

 

Minha mulher deu pro motorista



Meu nome é marcos. sou casado a 5 anos com sara, uma morena clara de 1,63m de altura, 55 kg e muito gostosa. ela estuda a tarde, como uso nosso único carro para ir ao trabalho, fizemos um acordo com um conhecido nosso, o júlio, para que ele quando voltasse do trabalho trouxesse minha morena da universidade, que fica perto do trabalho de nosso conhecido. eu nunca tive muitos ciumes de minha mulher. so que depois de certo tempo de casados ela passou a mostrar um certo desinteresse pelo sexo comigo. fiquei um pouco desconfiado e comecei a fazer peguntas. fiquei desconfiado da minha mulherzinha. passei a fazer perguntas a ela quando estávamos na cama. estranhamente, comecei a desejar está sendo realmente chifrado. ela deve ter percebido meu interesse em ser corno, e cada vez mais ia se soltando. 
começou a se masturbar com mais frequencia na minha frente. começou a comentar sobre tamanho de pênis, coisa que antes jamais mensionava comigo, começou a dizer que meu pau era pequeno, que precisava ficar rebolando pra sentir alguma coisa e isso tudo me deixava muito excitado.
 
certo dia estávamos sentados no sofá da seguinte forma: ela com um vestidinho (sem calcinha) com uma perna em cima do sofá e a outra perna abaixada, posição que eu podia ver bem bocetinha e eu sentado ao seu lado no sofá me masturbando. ela ficava olhando pro meu pauzinho com um ar de quem estava fazendo uma avaliação.
 
- amor teu pau é pequeno mesmo, quanto tu pega nele so consigo ver tua mão e os ovos.
- você gostaria de um pau maior na tua boceta?
 
- claro q sim, quem se satisfaz com uma bostinha dessas.
nessa hora quase morri de tesão.
pedi pra ela mostrar em comparação com o meu, o tamanho de um pau ideal pra ela. e ela colocou uma mão nos meus ovos e outra muito acima da cabeça de pauzinho, mostrando o tamanho de um pau 2 vezes maior que o meu. fiquei doido de tesão.
fiquei provocando pra ver se ela se soltava.
- você ja experimentou um desse tamanho, ela relutou em responder, mas acabou confessando q já tinha pego no pau do júlio quando vinha da universidade, ai nao aguentei e gozei. depois ela pediu pra eu lamber a boceta dela e ela gozou loucamente.
depois desse dia passamos a nos masturbar sempre dessa maneira. ela contava cada vez mais coisas mais ousadas e eu me masturbando, até q um dia ela disse que finalmente tinha dado pra ele. fiquei paralizado com aquela notícia, nao acreditei, achei que ela tava me contando aquilo so pra me deixar excitado. mas nao puder acreditar quando ela abriu um pouco sua buceta e me mostrou que ela ainda estava avermelhada da sua ultima foda e que escorria ainda um pouco da porra do júlio.coloquei um dedo naquela boceta avermelhada e dava pra perceber realmente que ela estava mais largar. sem precisar ela pedir cai de boca naquela boceta arrombada por um macho muito bem dotado.
gozei muito gostoso com ela masturbando meu pauzinho, nao tinha nem logica eu colocar me pauzinho num buracao daquele. o mas gostoso foi ouvir ela dizendo chupa essa boceta gostoso q agora vc é corno de verdade.
atualmente to querendo assistir ela fodendo, mas ainda nao sei como, aqui na minha cidade é muito dificil encontrar alguem q seja discreto.
 


 

CLUBE dos CORNOS e REGRAS BÁSICAS

 CLUBE dos CORNOS e REGRAS BÁSICAS



Para fazer parte do Clube dos Cornos, obviamente, seu perfil e o de sua mulher (ou ex) deve contemplar algumas regras básicas, são elas:

 Do corno:

  1. Avise sua mulher onde você anda, onde está nesse momento e que horas irá chegar em casa.
  2. Ligue quando chegar perto de casa, pergunte qualquer coisa, assim o amante terá tempo de correr, mesmo que com as calças na mão.
  3. Seja passivo, não se exalte nunca, caso isso ocorra, peça desculpas e mande flores no dia seguinte.
  4. Jogue futebol duas vezes por semana, compareça em happy hours mais duas vezes e visite sua mãe pelo menos uma vez, chegue tarde, não faça barulho e durma feito um anjo.
  5. Transe apenas no domingo a noite, de preferencia após aquele programa idiota que passa depois do Fantastico, mesmo sabendo que o Fantastico também é idiota.

Da vaca sua mulher:

  1. Ser pouco apegada aos preceitos morais da sociedade.
  2. Fazer programas pouco ortodoxos, se quiser cobre por isso e preferencialmente longe do marido.
  3. Transar apenas aos domingos a noite. Nos outros dias fazer sexo animal igual ao da televisão.
  4. Fantasias sexuais devem ser realizadas apenas com terceiros.
  5. Quando apanhada em flagrante, sempre ter um plano "b" para escapar pela tangente.
  6. Nunca chegue em casa com a calcinha na bolsa.
  7. Matricule-se na academia e faça aulas à noite.
  8. Arranjar emprego em uma casa de Putas Show

Observações gerais

Deve ser observado que quando um corno, legítimamente manso, no ato do flagrante à mulher em atividade, deve ser paciente a ponto de esperar o serviço terminar, caso se sinta incomodado, deve sentar-se, observar e não fazer barulho, logo após, converse tranquilamente com ela, se necessário converse também com o indivíduo, faça todo o possivel para manter o casamento, mesmo que ela não queira.

Sabemos também que mais cedo ou mais tarde todas as pessoas no mundo serão cornos, alguns mansos outros não, como já dizia o ditado "corno é igual a consórcio, quando você menos espera é contemplado".

Se o seu perfil, pessoal e familiar, é aderente as regras acima citadas, então será recebido de braços e chifres abertos.



CONTOS de CORNO >O primo avantajado da minha noiva

 

O primo avantajado da minha noiva


ola pessoal, o que vou contar aconteceu mesmo, quando ainda era noivo.

um dia eu e minha noiva recebemos um convite para almoçar num domingo na casa de uns tios dela. chegando lá também estava o primo da minha noiva. os dois ja tinham namorado por quase dois anos, e eu sabia que ela tinha gostado muito dele.

fomos para a sala pra conversar até o almoço ficar pronto. em um certo momento, o primo se levantou e foi para a varanda, e logo em seguida minha noiva fez o mesmo. de onde eu estava sentado na sala vi qdo ela chegou perto do primo e pegou no pau dele por fora da calça e ficou massageando. ele aproveitou e começou a passar a mão na bunda dela. eu fiquei muito surpreso com a atitude dela, nao esperava aquilo, mas fiquei calado naquele momento.

logo em seguida a tia da minha noiva anunciou que o almoço estava pronto e fomos todos para a copa almoçar. terminado o almoço voltamos para a sala para descansar e conversar mais. passado um tempo chamei minha noiva de lado e falei pra ela que tinha visto ela pegar no pau do primo disfarçadamente. ela pediu desculpas, disse que não queria me magoar, mas que tinha um tesão enorme pelo primo, pois além dele ter um cacetão enorme e muito grosso ele era um fodão, segundo ela ninguem fodia igual ele.

ai em vez de ficar com mais raiva me deu um tesão danado e me deu uma vontade louca de ver o tamanho do pintão do primo, relembrar o tempinho de escola que eu dava o meu cuzinho pra molecada.

ai falei pra ela que duvidava que ele tinha uma rola grande assim, que ela tava exagerando,e que duvidava que ele era um super fodedor. ela confirmou o que ja havia dito,e ai eu falei que queria ver o primo foder ela, pra conferir se era tudo aquilo mesmo, ela perguntou se era o que eu queria mesmo e eu disse que sim, ai ela me falou que eu ia me arrepender de entregar ela para o primo, que ela ia ficar toda arrombada e eu com o pintinho pequenininho que eu tinha não ia achar graça de comer ela por alguns dias. eu disse pra ela falar com ele pra irmos a um motel. ela falou com ele e o mesmo concordou. falamos pros tios dela que iamos dar uma volta e que iamos demorar um pouco. e seguimos pro motel no carro dele, ela foi na frente com ele, ja pegando no pau dele por fora da calça.

ja no motel minha noiva tirou a rola dele pra fora( eu não acreditei no tamanhão) e começou a mamar como uma louca, dizendo que tava morrendo de saudade, etc. eu não me aguentei e perguntei quanto media aquele cacetão, e pra minha surpresa quem respondeu foi minha noiva : falta um tiquinho pra 29 cms, meu amor, viu como é grossão, vou me deliciar agora. em seguida o primo avantajado começou a foder a prima, ela gozava que nem uma louca, chegou a chorar de tanto que gozava. também não acreditava no tanto que tava demorando a foda, foi quase meia hora, minha noiva tava suadinha de tanto gozar. na hora que ele gozou dentro da buceta dela começou a esguichar porra pra todo lado, de tanta porra que ele gozava, a gozada fazia jus ao tamanho das bolas que também eram enormes. qdo ele terminou olhou pra mim eperguntou: gostou corninho? arrombei sua noivinha. e saiu dando risada e foi pro banheiro tomar banho. nisso minha noiva me puxou pra ela e me fez chupar a buceta gozada dela, o que eu fiz com muita vontade, o cheiro da porra dele era uma delicia. lambi toda porra e enguli tudo, e ela ficava me dizendo: lambe a porra do meu macho, corninho, lambe. ao mesmo tempo eu tava me masturbando o meu cú e o meu pintinho, e ela falava: punheta esse pintinho meu corninho bebedor de porra, punheta, voce vai ser meu corninho daqui por diante, viu? e me fez beber a porra que tava no lençol também, e tinha bastante.

logo o primo voltou e começou uma beijação entre os dois e logo  começou a foder ela de novo. ai ela quiz ficar de quatro e me fez ficar por baixo dela, e me ordenou: agora voce vai lamber as bolas do meu macho enquanto ela me fode, viu? lambe bem gostoso, corninho. demorou um pouco ele gozou e dessa vez ela já me fez pegar toda porra de imediato,e qdo ele tirou o cacetão cavalar de dentro da buceta dela, veio aquela enxorrada de porra, que eu enguli tudo. logo depois, com o pauzão amolecendo ele colocou a cabeçona na minha boca e me fez chupar a porra da cabeça.

qdo as coisas acalmaram o primo foi para um sofazinho ao lado da cama e minha noiva mandou eu ficar no chão e mamar as bolas dele enquanto ele estivesse ali descansando, o que eu fiz de imediato, pois tava fissurado naquele pauzão. logo depois nos arrumamos e voltamos pra casa dos tios dela e um tempo depois fomos embora. no caminho ela me falou que tinha gostado de me fazer de corno e que eu ia ser o corninho dela sempre dali pra frente e que ela ia me chifrar muito, porque segundo ela como eu tinha um pintinho muito pequeno, tinha mais é que ser corno mesmo.

saimos algumas vezes mais com o primo dela e depois de um ano, mais ou menos nos casamos, e no dia do casamento minha noiva foi comida um pouco antes de entrar na igreja, mas esta é uma outra história, que eu vou contar depois.

 


CONTOS de CORNO > METENDO CHIFRE NO MEU MARIDINHO

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Corno de cada dia


Corno de cada dia

Quem ousar me dizer que nunca na vida levou um chifre eu o parabenizo, pois Jesus mesmo disse que, "só em você pensar besteira por uma mulher qualquer e principalmente a do seu próximo, já estará pecando" de modo que todo mundo dá aquela olhadinha bem maneira no filé do lado, enquanto os outros dão nas nossas também e da mesma forma.Se bem que "chifre não existe, isto é coisa que botam na cabeça da gente" como diz o Grande Filósofo Tom Cavalcante.Como a Cornagem é um campo muito vasto de estudo e tenho estudado bastante esta ciência da área de Humanidades, já deveriam ter criado a Cornologia assim como um ramo da Psicologia por isto, preparei abaixo uma lista de corno prá cada dia do mês.Relação Atual da

Categoria de Cornos Vigentes:


01 - CORNO ABACATE – fica verde de vergonha quando é chamado do Corno;
02 - CORNO SURFISTA – fica só curtindo a onda;
03 - CORNO CRITICO – critica o chifre dos outros e não vê o seu;
04 – CORNO CONFORMADO - é corno e faz de conta que não sabe;
05 - CORNO VAMPIRO – suga tudo que a mulher ganha do Ricardão;
06 – CORNO POLÍTICO – promete que vai deixar a vadía que lhe passa chifre e nunca cumpre;
07 - CORNO CELEBRIDADE – é o sucesso do momento na mídia;
08 - CORNO AEROLULA – é o sucesso do momento em todo lugar mas só vive com a cabeça no ar;
09 – CORNO ASTRONAUTA – é a mesma coisa que CORNO AEROLULA pois só vive no ar;
10 - CORNO JORNALISTA – divulga pra todo mundo com detalhe, as traições que sofre;
11 - CORNO PAI DE SANTO – vive tirando negão de cima da mulher dele;
12 - CORNO MENSTRUAÇÃO – preocupa quando demora e incomoda quando chega;
13 - CORNO PIPOCA – pula, pula e se aquieta;
14 - CORNO DENTE – está na boca de todo mundo;
15 - CORNO ATEU – só acredita vendo;
16 - CORNO PAPARAZZI – quer sempre o melhor flagra e pra isto vive se escondendo até em cima de coqueiro para ter o melhor ângulo de visão;
17 - CORNO VINGATIVO – quando sabe que é corno, vira gay pra se vingar, causando a vergonha da mulher que o traiu;
18 - CORNO CIGANO – muda sempre de endereço quando é traído prá ninguém saber;
19 - CORNO ABELHA – quando sabe que o Ricadão está em casa, fica fazendo cera prá poder entrar;
20 - CORNO CONSELHEIRO – vive sempre aconselhando à patroa que entre na linha;
21 - CORNO MODESS – incomoda mas é necessário;
22 - CORNO AZULEJO – é baixinho, quadrado e liso;
23 - CORNO PANDEIRO – sempre apanha do Ricardão pra entrar no ritmo;
24 - CORNO MODERNO – acha normal e coisa dos novos tempos levar chifre pois isto é natural;
25 - CORNO TUBERCULOSO – tosse bem alto quando vem chegando em casa pra avisar ao Ricardão que ele tá chegando;
26 - CORNO DIGITAL – leva chifre pela internet;
27 - CORNO URUBU – só come a carniça;
28 - CORNO VAQUEIRO – só sempre atrás da vaca;
29 - CORNO CRENTE – crê fielmente que um dia a vagaba vá mudar;
30 - CORNO ATLETA – vive sempre correndo atrás do Ricardão;
31 – CORNO TORCEDOR – sai pra o estádio pra torcer pelo seu time e o Ricardão torce a mulher dele enquanto ele não volta bêbado e durma como um porco depois até o dia seguinte. 


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Tive que aceitar o chifre senão perdia a putinha


Tive que aceitar o chifre senão perdia a putinha.







Meu nome é Carlos, mas todos me chamam de Barreto, sou um cara normal, 1,80 de altura, moreno claro, um cara mais que normal. Sou casado com a Sueli á seis anos, não temos filhos, ela é uma mulher com 28 anos, 1,70 de altura, bundinha empinada, 55 quilos, olhos azuis, cabelos louros, branquinha, muito linda. 
Quando os fatos abaixo aconteceram, nós tínhamos uns dois anos de casados, só eu trabalho fora e ela é dona de casa, e recebe uma mesada minha todo mês, ela sempre adorou sexo, é sempre tive desconfiança que ela metia fora, mas vamos à história.

Amor, eu não queria que você fosse você sabe que toda vez que você vai que casa dos seus pais no interior, eu termino ficando sabendo das suas aventuras com aquele seu namoradinho de infância, acho que não mereço isso de você, sempre fui um bom marido pra você! Muito seria ela falou, quando nos casamos você sabia que eu não era mulher de um só homem, sou muito fogosa e você sabe disso, e antes de nos casar, eu lhe perguntei se você iria aguentar os chifres e você disse que sim, então porque fica ai chorando, se você não aceita o meu estilo de vida é melhor nós nos separarmos, puxa vida amor, sempre pensei que você me amava você sempre me disse que me amava, e pensei que pudesse mudar seus pensamentos sobre sexo com carinho, falei já quase chorando, ela com uma carinha de riso me olhou e falou: eu te amo, mas tenho minhas necessidades, e se você não aceita essas necessidades como uma coisa normal, é melhor nós nos separar. Tudo bem, eu aceito que você viaje pra casa dos seus pais no interior, mas queria que você me prometesse que não ira transar com ninguém, ela sorrindo disse: eu não prometo nada, muito pelo contrario, com certeza eu vou fuder muito com o Paulo, você não acha que eu iria ficar duas semanas no interior, sem usufruir daquela rola maravilhosa, você sabe que é corno, sempre soube, antes de casar já sabia que ia ser, então não pode reclamar, acho ate que se você gostasse mesmo te mim, deveria me dá o maior apoio, porque isso me faz muito bem, e se você gosta de mim, deveria me apoiar. Eu já sem argumento falei: tudo bem, mas você pelo menos está levando camisinha, ela com um sorriso no rosto me deu um longo beijo na boca e falou: ai amor, que bom que você começou a perceber que tem em casa uma putinha, e te garanto, se você me aceitar como a putinha que sou tudo vai ser mais fácil pra nós dois, e sua fica como meu corninho vai ser deliciosa, pois nunca vou lhe negar nada em matéria de sexo, eu olhando em seus olhos perguntei: nem sexo anal, (obs. Nunca tinha comido o cuzinho dela), ela sorrindo falou: eu sou lhe dá o cuzinho  todo dia, a hora que você quiser, olhei nos olhos dela e nos beijamos, ela pegando no meu pau falou no meu ouvido que me amava e que eu era o corninho dela, e que eu não precisava me preocupar que ela não iria me envergonha, disse que tinha um amante fixo, e que procuraria ser fiel a nós dois, e que só procuraria outros homens quando estivesse muito carente de outra rola, fizemos amor, e finalmente comi a bundinha dela, depois ela me pediu pra eu ajudar a escolher umas roupinhas bem sexuais pra usar com o tal namorado do interior, ela me pedia opinião sobre calcinhas, sutiens, e até sobre uma camisolinha que deixava ela um arraso, ajudei em tudo e ela me agradeceu com muito sexo.

Finalmente chegou o dia da partida, ela me pediu pra leva-la até o aeroporto, pois tinha que ir de avião até Belo Horizonte, depois iria de ônibus até o interior onde moravam seus pais, porém ela me pediu pra leva-la antes na casa do amante, por isso saiu 4 horas antes pra se despedir dele, fiquei no carro na porta da casa e ela entrou e ficou metendo com ele por mais de 3 horas, depois chegou toda cheirosa de banho tomado e me deu um beijo na boca e fomos em direção ao aeroporto, nos despedimos com um beijo e desejei que ela se divertisse, e ela partiu, ficava o tempo todo pensando nos chifres que estava levando dela no interior, ela me ligava raramente, e quando ligava era pra contar como estava sendo maravilhosa a estada dela no interior, disse que o antigo namorado tinha se casado, mas continuava um verdadeiro garanhão, disse que trepava com ele quase todo dia, e que tudo estava correndo muito bem. O tempo foi passando e finalmente ela voltou cheia de novidades, disse eu estava morta de saudades do Roberto, o amante, e perguntou se eu podia leva-la lá pra ela matar a saudade, eu disse que sim e depois de tomar um banho e se perfumar toda foi ao encontro do amante e depois de alguns minutos dentro da casa ela veio até o nosso carro e me perguntou se eu não queria conhecer o Roberto, eu disse que não, disse que era humilhação demais para mim, ela sorrindo disse que eu estava sendo babaca, e que ficar dentro de um carro esperando a mulher terminar de fuder com o amante era muito mais humilhante que ficar na sala assistindo tv enquanto a esposa dá uma com o amante, resisti mas, terminei aceitando e quando cheguei lá dentro da casa, conheci o cara que me cumprimentou normalmente e me ofereceu uma cerveja e conversou por uns 15 minutos comigo sobre diversas coisas, não falamos sobre a minha mulher, o roberto me pareceu um cara muito legal, fiquei assistindo tv e ouvindo minha mulher gemer na rola do cara, confesso que fiquei de pau duro, mas também fiquei morrendo de ciúmes, depois fomos ao shopping, tomamos alguns chopes, comemos uma pizza e voltamos pra casa, trepamos muito e comi até o cuzinho dela, em certa altura da trepada ela me perguntou se podia me chamar de corninho, disse que isso lhe dava muito tesão, e apesar de não gostar do apelido, aceitei.

Hoje em dia vivemos muito bem, ela está sempre alegre, nunca me nega buceta, e faz tudo na cama, nossa vida sexual e maravilhosa, todos os fins de semanas são meus, quanto ao amante, ela continua com ele, de vez em quando eles viajam juntos, ficam uma ou duas semanas no nordeste, ou interior do rio, depois ela volta renovada, toda sorridente e conta como foi maravilhosa a viajem, mas às vezes ela gosta de sai sozinha também, diz que tem que da uma trepadinha diferente e sai à caça, depois me conta como foi a saidinha safada, pra ela não é difícil conseguir companhia, ela é linda e sempre consegue companhia, mas é muito raro ela sair a caça. É tem também o interior, todo ano ela fica duas semanas lá, claro que fode muito com o antigo namorado, lá ela vira puta mesmo, e trepa com mais uns três caras conhecidos de infância, o pai fica puto da vida, mas como ela é casada, ele não fica no pé dela, diz que o problema é do corno do marido.               





Minha mulher em nossa lua de mel


Minha mulher em nossa lua de mel




Este caso acontece tem quatro ininterruptos anos. Somente agora tive coragem de contar para os Amigos leitores deste Site essa História de amor, paixão, traição, cumplicidade e tesão, que tenho vivido com minha e querida mulher Heloísa. Tenho atualmente 30 anos. Quando começamos a namorar eu, Raphael tinha 24 e Heloísa 21 anos respectivamente. Estranhava muito o fato dela ser ainda virgem, pois havia namorado durante dois anos um outro rapaz com fama de comedor.
Helô (assim eu a chamo carinhosamente) é uma mulher bonita. Muito bonita mesmo. clara, metro e setenta e dois, sessenta quilos, dentes lindos, cabelos longos, olhos esverdeados. Belo par de seios, bicos rosados, salientes, médios para grandes, redondos, bem firmes, uma bunda saliente e muito bonita. Tem uma bocetinha pequena e totalmente depilada. Não é uma miss, mas é uma mulher que chama a atenção.
Quando entrávamos na conversa de sexo, ela se mostrava aberta, liberal, até libertina. Falava de tudo. Dizia que queria ser completa para seu futuro marido. Que seria fiel porém, seria bem putinha na cama. Mas se se descobrisse traída, pagaria, sim com a mesma moeda. Era seu desejo como Mulher. E me contava que o antigo namorado insistia muito para transarem, mas ela não se via preparada. Sentia imenso tesão nos amasso que davam, mas também sabia que ele não seria o homem que idealizava como marido. E dizia que ele seria, sim, um bom amante, não um bom marido, pois ela sonhava com estabilidade, conforto, poder dar educação aos filhos e isso ela não conseguia enxergar nele. Mas o tesão vivia estampado em suas faces durante os amasso. Mas se controlava.
Ponderando entre o tesão e a razão, ficou com a razão. Por isso o deixou quando sentiu que ele não era lá muito ligado aos estudos, à família e ao serviço. Valeu como experiência, pois foi seu primeiro namorado firme mesmo.
Nos conhecemos num casamento de amigos, em 20 de setembro de 2002. Ela estava sozinha fazia já uns quatro meses e eu havia rompido fazia três meses um relacionamento de quase dois anos também. Nosso namoro foi de vento em popa e em seis meses ficamos noivos. Ainda não havíamos transado. Dávamos mil amasso também, chupava seus seios, ela ficava tesuda, me masturbava e adorava me ver gozando, com a porra saindo forte e grossa. Era isso.
Certa noite, sozinho em casa, ela havia ido passar o final de semana na casa de uma prima, fiquei navegando a esmo em Salas de bate-papo na internet, depois, meio que por acaso, entrei numa sala onde se falava muito de sexo e conversei com alguns homens que diziam ser liberais. Deixavam a esposa, ou a namorada terem um ou dois amantes. Viviam felizes. Não havia, no falar deles, traição. Mas uma boa dose de cumplicidade e tesão.
Conversei muito mesmo. Também conversei com mulheres que diziam ser casadas e tinham amantes com anuência total do marido. Duvidei de muitos... cheguei a duvidar mesmo que tal coisa acontecesse.
Mas gostei da conversa, fiquei excitado e outras vezes mais entrei na sala para conversar e até fiz alguns amigos virtuais, entre eles Fernando, que me fez acreditar na veracidade dos fatos, e não na fantasia apenas de muitos ali.
Ele me dizia assim: imagine só você chega em casa, sua mulher linda está se preparando para sair com o amante. Veste uma roupa ousada, a lingerie mais sensual; sorri maliciosa, diz boa noite para você, dá um beijo e sai. Volta depois de duas ou três horas satisfeita, feliz, conversa normalmente. Se você perguntar, ela fala o que fez. Se não perguntar, não diz nada. Depois ela dormindo e você vê as marcas nos seios, um ou outro apertão... se o amante é o fixo, portanto de plena confiança eles transam sem camisinha mesmo e ela de propósito deixa a calcinha toda melada para você ver... E se depois você transar com ela vai sentir a umidade e com certeza o cheiro e o sabor de outro homem. Existe a cumplicidade. Não existe maior tesão do que isso. Saber, imaginar, sonhar. O ver não é interessante. Perde o encanto.
E ele me dizia que era casado fazia quatro anos com Lívia, uma linda mulher. Viviam felizes. Desde o tempo de namorados ele lhe dava liberdade. Inclusive dizia que na própria lua de mel houve uma saída dela com seu total conhecimento e aprovação. E me dizia que tais saídas revigoravam o amor, a cumplicidade e o próprio casamento.
Sei que comecei a imaginar Helô tendo um caso também, saindo com outros homens com minha total anuência. Fiquei de pau duro.
E Fernando me perguntou: você não fica excitado em pensar nessa possibilidade? E eu lhe disse que sim, que ficava de cacete duro em imaginar essas coisas. Então me disse que eu tinha uma propensão muito grande em ser corno manso. Mas precisava aceitar essa situação para depois vivê-la intensamente sem medos, culpas ou traumas. E senti que ele descobria coisas de mim que eu mesmo desconhecia. Ele perguntava e eu respondia sim, sim, sim... às suas inquisições.
Começamos a conversar quase que diariamente e eu demorei a compreender esse tipo de prazer mas, passados dois meses e sabia perfeitamente o que queria. Queria mesmo ser corno manso! Mas me faltava agora a coragem para falar Heloísa sobre isso. Como falar. Ela poderia brigar, até mesmo terminar nosso noivado. Me considerar um pervertido, um desequilibrado, até. Mas eu pensava e ficava de cacete duro. Me masturbava pensando e imaginando Helô transando com outros... o tesão atingia as raias do absurdo. Precisava, sim, ter coragem para falar com ela... e também não ter vergonha. Fernando me ajudou e me deu dicas.
Certa noite o assunto entre mim e ela rolou e descambou para o sexo e fui falando, meio pelas laterais, muito reticente, e fui insinuando o que sonhava ou desejava que de fato acontecesse. E disse que achava interessante viver assim dentro da cumplicidade e da confiança total. Armei a teia e ofegante e nervoso, teci considerações sobre prazer, confiança, cumplicidade. Ela fez muitas perguntas, sondou o terreno me olhou tanto assustada e também com dúvidas me disse: amor, você está querendo ser um corno manso? É isso que meu lindo quer?
Confesso que ao ouvir ela dizer Corno Manso, ao tempo que me deu um tesão inimaginável, também me deu um misto de ciúme e vergonha. Na hora não sabia onde enfiar a cara, para onde olhar. Mas meu cacete ficou duro e quase gozei. Tentei mudar o assunto mas ela quis continuar. Me perguntou novamente: amor, olhe bem nos meus olhos e diga: você quer ser corno manso? Pelo que falou estou imaginando e somente imaginando por enquanto, é exatamente isso. Sua conversa está intrigante.
Disse a ela que estava sentindo uma sensação esquisita. Ela riu e disse: você sentiu tesão com essa possibilidade, não sentiu? Gostaria que eu transasse para outro? Fiquei quieto. Não sabia o que falar. Ela ficou alisando por cima da calça meu cacete e ficou falando coisas deliciosas. Melei-me todo gemendo e gozando. Ela adorou.
Depois mudei de assunto, ela também parou de falar. Mais tarde voltei para casa, liguei o computador e fui falar com meu amigo Fernando. Disse a ele que havia insinuado para minha namorada de minhas vontades e meu desejo em ser corno manso. Ele me deu os parabéns. O início foi muito melhor do que eu podia imaginar. Ela não me achou louco, pervertido, tarado.
Falei também que estava confuso e ele clareou minhas ideias e fez vir em mim todo o desejo em ser corno manso. E eu confirmei categoricamente a ele: sim, eu quero ser corno manso! Havia apenas um problema: Helô era virgem, pensávamos em nos casar logo e até então pensava que iria tirar sua virgindade na noite de núpcias apenas. Esse pacto entre mim e ela já estava estabelecido. E Fernando me disse que depois de casado teria tempo para isso, que não precisava pressa. Que minha namorada já havia sacado. Como ele aconteceu de forma parecida, mas eles já transavam durante o namoro. Foi mais fácil. E ela começou a sair com outros homens sempre sozinha.
Passei a procurar na net alguma coisa mais e de fato encontrei muitos casais liberais. Encontrei este site de Contos Eróticos e li umas boas dezenas deles que falavam de traição e cornos.
A cada conto lido meu cacete ficava duro e eu chegava a gozar em imaginar Helô transando com outro. Decidi que faria nova abordagem com ela sobre o assunto.
Assim foi que num restaurante jantando, voltei ao assunto. Ela riu e sapecou: o meu amor está querendo ser corno manso. Olha que aceito sua decisão e entrego meu corpo e minha virgindade para outro antes de nos casarmos. Você já vai corno para o casamento... Ela falou isso e meu cacete parecia estourar dentro da calça. Ela percebeu e sacana mesmo apalpou meu cacete e disse: não acredito, meu homem é um corno manso. Bem, ela disse, ainda não é, mas sei que vai ser. Vai ser um corno manso orgulhoso de sua putinha. Vai ostentar com orgulho cada chifre. Mas não vou admitir isso de sua parte. Se um dia você fizer isso, te deixo na hora. Não quero ser corneada. Apenas cornear.
Depois dentro do carro conversamos mais e então ela tirou meu cacete para fora e ficou alisando bem gostoso e me dizendo coisas sacanas sobre o assunto. Gozei forte. Ela adorou e disse: nunca vi tanto tesão assim. Que corno manso arrumei. Te amo.
De tudo o que já havia lido e conversado com outras pessoas na net, perguntei a ela, seriamente, se teria coragem disso.
E ela me disse que sim, se fosse para nos dar prazer e nos fazer felizes, ela colocaria chifres em mim, sem culpas e medos. Me senti aliviado.
E perguntei: quem seria o felizardo?
Ela me disse que também não sabia, mas iria encontrar um macho para tal acontecimento. Não seria difícil ela me disse. E riu sacanamente, deixando no ar tudo o que um dia poderia vir a acontecer.
Também falei a ela que sequer imaginava, mas o acaso poderia a acontecer. Disse porém, que não gostaria que fossem ou seu antigo namorado, muito menos pessoas de nosso relacionamento. Ela concordou.
Depois ficamos falando mais e disse que estava conversando muito com um cara na net, que também era casado e a esposa dele tinha um amante há mais de 4 anos, falei que descobri esse desejo meio por acaso, mas sim, eu queria, sim, ser corno manso, mas também não saberia dizer com quem.
Ela me perguntou sobre esse meu amigo. Falei que ele morava em outra cidade, no litoral, tinha 38 anos, era culto, inteligente, e ela disse que gostaria de conhecer esse meu amigo também, falar com ele na net e descobrir mais coisas a respeito.
Naquela mesma noite eles se conectaram numa sala e eu em casa também fiquei junto. Às vezes ela falava no reservado e ele me repassava o que ela havia falado. Percebi que a conversa entre os dois estava bem animada. Fernando seria um ponto de apoio para a realização de meu desejo.
Durante um bom tempo eles se falaram muito, e entre mim e ela o relacionamento ficou mais cúmplice, mais maduro, mais firme. Às vezes o assunto rolava e ela me dizia que havia falado com o Fernando boa parte da madrugada. Estávamos noivos e decidimos nos casar. Ela continuava virgem.
Nos dias que antecederam ao nosso casamento, ela me falou que estava muito feliz ao meu lado, que estava mesmo muito feliz, e iria me fazer o homem mais feliz do mundo, mas ainda faltava um item para nossa felicidade ser completa. Eu perguntei o quê e ela rindo bem sacana disparou: falta fazer de você um corno manso! E dizendo isso alisou minha testa e disse: quero plantar muitos chifres no meu amado.
Meu cacete ficou duro na hora e eu perguntei se ainda não havia sido e ela disse que não, mas estava perto o dia, pois somente depois de casada ela faria isso. Suspirei aliviado por sua fidelidade e perguntei com quem seria e ela disse: oras, que tal com o Fernando, o seu amigo da net? Seria uma possibilidade, talvez. Estamos conversando muito e talvez com ele inaugure os chifres em você, meu amor! nada melhor que um corno manso para fazer outro corno manso!
Ela falando isso e eu gozei nas calças. Ela percebeu, riu e disse: calma, meu amor, fique tranqüilo, você vai ser corno logo, antes mesmo do que pensa ou imagina. Você quer que eu te conte antes ou depois do fato consumado? Mas garanto, querido, será somente após nosso casamento. Quero me casar virgem.
E eu lhe disse que ela é quem decidiria.
Ela falou: está bom, vou pensar se te falo antes ou depois. Ou na hora mesmo... quem sabe te conto enquanto estiver plantando os chifres em você... mas será depois de nosso casamento, fique sossegado quanto a isso. E eu fiquei. Sonhava com nossa lua de mel, nossa primeira noite e depois com o primeiro chifre.
Nos casamos em 11 de junho de 2005 Naquela mesma noite, após a festa, fomos de viagem para nossa lua de mel. Como havíamos decidido ir para Porto de Galinhas, em Pernambuco, fomos de carro até São Paulo e pegamos o avião logo de manhã. Estávamos felizes. A cumplicidade estava estampada em nossas faces. Não falamos sobre o assunto mais.
Chegamos a Recife na tarde de 12 de junho, dia dos namorados. Alugamos um carro e fomos até Porto de Galinhas, onde durante dez dias, curtiríamos nossa Lua de Mel.
No hotel descansamos até a noite, que chega logo no nordeste, diferente daqui do Sudeste. Acordamos, tomamos um banho, saímos para jantar.
No restaurante Helô me fala que está chegando o momento de ser inaugurada e me fazer corno manso. E eu lhe disse que sim, que estava ansioso. E ela sapecou: então se prepare que vai ser logo. Meu cacete ficou novamente duro. Ela riu. Eu fiquei vermelho. Ela me acariciava, me beijava e dizia: meu amor, meu homem, meu marido vai ser corno manso. Que delícia! Você acendeu a puta que havia dentro de mim. Se prepare que vou plantar muitos chifres na sua testa, meu amor, falava ela amorosamente.
Depois perto das onze da noite decidimos voltar para o hotel onde pensei que iríamos ter nossa primeira noite. Que ledo engano o meu!
Ela entrou no toalete, se arrumou toda, ficou linda, muito linda, deslumbradoramente linda! Colocou uma roupa sensual, toda preta, longa, decotada, um sutiã que delineava seus seios, uma calcinha que evidenciava sua bunda. Eu estava deitado esperando-a. Veio até mim sorrindo, falando baixinho e de forma meio rouca eu te amo, meu querido... Eu a abracei, a beijei, comecei a alisar seu corpo lindo, tentei tirar suas roupas, meu cacete estava duro, muito duro, mas ela se safando disse: calma, meu amor, você somente vai ter este corpo quando estiver com a testa enfeitada!
Retruquei e disse que era nossa lua de mel, que estávamos somente nós dois ali, mas ela disse que sim, estávamos em lua de mel, mas para que o início fosse mesmo como iria ser sempre, eu deveria ter a testa com meus cornos antes.
Perguntei se iríamos ficar ali dez dias sem fazer nada, mas ela riu. Não, querido, não, meu amor, vamos, sim, mas não hoje. Amanhã somente. Hoje você vai ficar aqui quietinho, não vai sair do quarto. Eu vou sair e não queira ir atrás me procurar. Vou sair com o Fernando. Vou dar para ele primeiro.
Sentei na cama com um jeito estatelado! Como? Perguntei.
Ela riu. Meu amor, o Fernando está me esperando numa suíte ao lado. Não posso decepcioná-lo. Falei há dois meses para ele dessa minha decisão e ele veio aqui passar uns dias neste mesmo hotel. E ele vai fazer duas coisas: me tirar as virgindades e inaugurar seus chifres.
Ela disse isso e olhou para meu cacete que saía fora do calção e estufava meu roupão. Viu, meu amor, que tesão você está sentindo? Duvido que haja outro homem no mundo que tenha um início de corno como vai ser o seu. Marquei com ele meia noite, agora são onze quarenta e cinco. Quer me dizer algo mais enquanto termino de me preparar para seus primeiros chifres.
Fiquei calado. Ela pulou da cama, voltou-se em frente ao espelho e ficou ultimando sua pintura de forma sensual e provocativa. Estava linda!
Passaram-se mais dez minutos, ela vem até mim, me dá um guloso beijo, apalpa meu cacete que continuava duro como pedra. Diz apenas: ele vai saber ficar assim quando for a hora dele! Me espere, amor! abriu a porta e saiu com passos firmes, rebolando sensualmente.
Estava deitado e continuei deitado. Em estado catatônico mesmo. Meu cacete não amolecia. Não quis me masturbar. Tudo era uma imensa loucura. Mas meus sonhos e desejos iriam ser realizados. Estava feliz.
Liguei a televisão. Deu meia-noite, uma, duas horas. O interfone toca. Atendo. Era ela. Oi, amor, passe a mão na sua testa e me diga se os chifres já apontaram na sua cabeça.
Eu perguntei onde ela estava e ela me disse que estava pertinho, bem pertinho. Se eu não havia ouvido seus gemidos de prazer. Perguntou se eu estava feliz e disse-lhe que sim. Perguntou se eu a amava e lhe disse que mais do que tudo no mundo eu a amava. E também disse que sentia já os chifres apontando. E ela riu e me disse que eles iriam aumentar mais um pouco antes dela voltar. Fiquei orgulhoso e feliz com minha mulher.
Quatro e meia da manhã. Já havia uma tênue luminosidade quando ela abriu a porta, sorridente, linda, toda mulher e veio me beijar. Dizia que me amava muito, que eu era o homem de sua vida, o seu amor lindo, e seu marido corno manso!
Tentei algo mas ela se disse cansada demais, que estava dolorida por sua primeira vez que na verdade foram três vezes, e que iria dormir.
Foi à toalete, colocou um roupão e praticamente desmaiou.
Sei que dormi também. Acordamos hora do almoço.
Meu cacete continuava duro. Ela foi tomar banho. Depois fiz o mesmo e saímos para almoçar. Estava ali, com minha mulher em lua de mel e havia sido chifrado na primeira noite. Ela havia entregado sua virgindade para outro! Me senti o maior dos cornos do mundo!
Não tocamos no assunto. Não precisava. Era a tal cumplicidade que tanto o Fernando havia falado.
Voltamos ao hotel três horas da tarde. Entramos na suíte e ela veio para cima de mim me oferecendo seu corpo. Quando fui chupar sua bocetinha ela gemeu e disse estar dolorida, mas chupei e senti seu sabor. Estava toda com os lábios vermelhos. E pela primeira vez tivemos nossa transa. Ela bem sacana dizia coisas picantes, tipo: dei para o Fernando, pus chifres em você, meu corno manso. Ele abateu meu cabaço. Quer saber como foi? Quer saber os detalhes? Chupei o cacete dele, ele me chupou muito. O cacete dele me invadiu inteiro. Ai, doía e ele enterrava mais forte. Sangrou um pouco. Gozei muito. Ele encheu minha bocetinha com seu gozo. E me contava mil coisas... como tinha sido, dizia que o cacete dele era grande e grosso, que foi uma delícia. Mostrava os seios todos marcados de chupadas e me chamava apenas de corno manso.
E assim ela falando gozei forte dentro dela. Acredito que minha porra se misturou à porra dele, com certeza.
Um pouco mais e fodemos novamente.
Dormimos até oito da noite.
Saímos para jantar e onze da noite voltamos para nosso hotel. Tomei um banho demorado e ela fez o mesmo e novamente saiu lindamente, sensualmente vestida. Olhei-a em silêncio e ela me disse:
Amor, o Fernando vai ficar aqui mais dois dias. Não é justo ele ficar sozinho. Além do mais ele ficou de inaugurar meu rabinho hoje e estou louquinha para isso. Me espere como ontem.
E assim dizendo abriu a porta e saiu me deixando sozinho, com o cacete duro e melado.
O interfone toca pouco tempo depois. Atendo e ela me diz gemendo e ofegante: corno manso, o Fernando está inaugurando meu rabo! Passe a mão na testa e me diga se os seus chifres estão enormes. Eu respondi que eles estavam enormes e pontudos, lindos mesmo. E ela sapecou ofegante: Não vá querer me ferir com eles depois...ai, ai, ai, ai, como é grande o cacete dele, como dói, como está gostoso! Está entrando inteiro, amor, que delícia dar o rabinho. E gemia alto e eu ouvia o macho fodendo-a com vigor.
Voltou novamente de madrugada e me encontrou acordado e com o cacete duro. Riu e passou a mão na minha testa dizendo que os chifres estavam mesmo enormes e lindos. Pena que não apareçam em fotografia... ela disse. Como a noite anterior adormeceu.
À tarde acordamos, fomos almoçar e depois voltamos para nosso quarto. Pude finalmente comer o cuzinho de minha mulher. E enquanto juntos ela ficava me dizendo que o Fernando havia arregaçado seu cuzinho. Que ele fora o primeiro, que havia também ali inaugurado os chifres do corno manso. E dizia que ele havia gozado dentro. E gemia, gozava e me chamava de seu corno manso querido.
À noite ela saiu novamente para se encontrar com seu amante e deixou claro que passaria a noite toda com ele. Eu deveria dormir, e na manhã seguinte eles iriam para a praia contígua ao hotel. Eu deveria ir me encontrar com eles lá.
Foi difícil dormir. O interfone tocou três vezes. Quando estava dando a bocetinha, depois o cuzinho. Somente no último telefonema o Fernando falou comigo. Engraçado: era a primeira vez que falávamos ao telefone e eu nem sabia direito como ele era fisicamente.
Mas ele falava comigo e dizia que a Helô não podia falar pois estava com a boca cheia de cacete. Ele perguntava se era bom ser corno manso e eu lhe agradecia pelo prazer que ele estava me proporcionando. E eu ficava ouvindo ele falar e ela gemer, até que ele urrou alto e dizia a ela: bebe tudo, bebe tudo, safadinha, não desperdice nada... a Heloísa está bebendo sua primeira dose de porra. Estou fazendo dela uma puta completa. Como merece ser. E você é um corno especial, meu amigo. Depois ele me deu boa noite. Eram mais de quatro horas da manhã.
Acordei nove horas. Tomei um café rápido e fui para a praia me encontrar com eles.
Como ninguém nos conhecia. Eles ficaram juntos o tempo todo, parecendo marido e mulher eu ali ao lado de cacete duro e melado.
Depois ficamos conversando sob um guarda-sol e ela enroscada nele. E ela me dizia coisas picantes. Dizia que iria continuar a ser amante do Fernando e iria me botar muitos chifres mais. Disse que estava adorando trepar com o Fernando durante a lua de mel e que estava também adorando dar para mim. Estava satisfeita de tanto trepar. Que deveria era ter feito isso há mais tempo, mas que me preparasse pois eu não passaria em portas altas sem ter que abaixar a cabeça. Ela falava isso e ele ria e a acariciava...
Tardezinha nós voltamos para o hotel e ela ficou com ele ainda para uma despedida. Sei que uma camareira percebeu o que acontecia. Quando passei por ela riu e perguntou se eu era corno manso. Eu disse que sim, que era, sim, e estava orgulhoso por isso e em dez minutos de conversa falei a ela tudo o que estava ocorrendo. Depois me disse que precisava ir e me chamou de corno manso. Adorei.
Na frente do hotel era já noite quando ele se foi. Mas se despediram aos beijos e marcaram novos encontros para breve em nossa cidade. Um motorista de bugg olhou a cena e riu... acho que entendeu a coisa...
Então curtimos nossa lua de mel maravilhosa. Foram mais sete dias onde transamos muito, muito mesmo. Ela estava radiante. Nas nossas transas me falava do Fernando, de como ele havia tirado seus cabaços, como havia bebido sua porra e eu gozava cada vez mais forte.
Faz quatro anos que nos casamos. Vivemos felizes e em harmonia. Quinze dias após nosso retorno e ela me telefona dizendo que vai chegar um pouco mais tarde. Era o primeiro chifre em nossa cidade.
Para terminar: Esta é uma história verdadeira. Heloísa ainda mantém seu caso com Fernando. Nunca os vi transando. Acho que o mais importante do que ver, é saber. Imaginar. Eu nunca a traí e nem vou fazer isso. Não é o que me dá prazer. E ela largaria de mim, com certeza, se eu pulasse fora uma só vez.
Às vezes ela diz que vai chegar mais tarde, outras vezes, passa mesmo a noite fora. Nas minhas contas ela já saiu com mais de 20 homens. Inclusive um negro hiper super dotado, segundo ela com 25x6cm de calibre. Ela adora trepar com ele também.
Sempre que chega em casa, larga a calcinha no chão do quarto ou do banheiro toda empapada de outro homem. Não me diz nada. Conversa normalmente, até. Quando vamos nos deitar, vejo seus seios marcados, (ela faz questão de que voltem marcados sempre) se a chupo sinto o cheiro e o gosto tão peculiar de gozo. Depois ela me abraça carinhosamente e pergunta se sou feliz com ela... e digo que ela realiza todos os meus sonhos de felicidade... então transamos e ela me chama de seu corno manso querido...
Quando o Fernando vem, dorme mesmo em casa com ela e eu fico na sala de televisão, afinal ele tem todos os direitos, pois é seu amante primeiro, quem lhe tirou os cabaços. A mulher dele é mais liberal que Heloísa, pois sabe que ele está em casa com minha mulher. Às vezes ela telefona, fala comigo, digo que eles estão ocupados. Ela ri e também me chama de corno manso... e eu sou um corno manso assumido e feliz.